HGRE11 fatura R$ 13,4 milhões e FII explica o que impactou o resultado

HGRE11 fatura R$ 13,4 milhões e FII explica o que impactou o resultado
Dividendos do SNFZ11. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário HGRE11 fechou abril com resultado distribuível de R$ 10,893 milhões, em um mês no qual a receita total alcançou R$ 13,462 milhões. As despesas do período somaram R$ 2,569 milhões.

Na quantia por cota, o FII HGRE11 registrou receita total de R$ 1,14 e resultado distribuível de R$ 0,92. Parte desse desempenho foi explicada por efeitos não recorrentes, que somaram R$ 0,08 por cota, conforme destacado pela gestão.

Dentro desse impacto extraordinário, R$ 0,04 por cota vieram do recebimento da parcela intermediária relacionada à venda do conjunto nº 64 do Edifício Transatlântico. 

Outros R$ 0,04 por cota foram atribuídos ao ganho de capital com a venda de posições em fundos imobiliários.

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Mesmo com resultado distribuível superior ao valor pago, o fundo imobiliário HGRE11 manteve a distribuição em R$ 0,85 por cota. 

O pagamento aos cotistas foi programado para 15 de maio de 2026. Após essa distribuição, o fundo encerrou abril com reserva acumulada de R$ 3,03 por cota.

Nos últimos 12 meses, a média de rendimentos distribuídos pelo HGRE11 ficou em R$ 1,05 por cota. Já o dividend yield anualizado atingiu 6,9% sobre a cota patrimonial e 7,8% com base na cotação de fechamento do período.

HGRE11 mantém vacância estável e renova contrato com a Vivo

A carteira imobiliária do fundo HGRE11 não registrou entrada ou saída de locatários ao longo de abril. Com isso, a vacância física permaneceu em 5,8%, enquanto a vacância financeira ficou em 4,4%.

Apesar da ausência de movimentações de ocupação, a gestão informou a renovação do contrato com a Telefônica Brasil, dona da Vivo, no Edifício Chucri Zaidan. A empresa ocupa 22.810 metros quadrados no empreendimento.

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Essa área representa cerca de 23% da receita recorrente do fundo. Com a renegociação, o prazo de ocupação foi prorrogado até 2031.

Durante o mês, também foram realizados reajustes contratuais envolvendo 369 metros quadrados de área bruta locável do portfólio.

O portfólio do HGRE11 era composto, ao fim de abril, por 13 edifícios distribuídos em três estados brasileiros. Juntos, os ativos somavam mais de 144 mil metros quadrados de ABL.

Os imóveis corporativos localizados na Grande São Paulo e classificados entre A e AAA representavam 86% do valor patrimonial do fundo.

A carteira do HGRE11 contava com 45 locatários diferentes e WALE de 4,9 anos. O valor médio de mercado dos imóveis era de R$ 9.432 por metro quadrado, enquanto o aluguel 

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