VGHF11 anuncia novo investimento e lucra mais de R$ 11,26 milhões; veja detalhes
O fundo imobiliário VGHF11 registrou resultado de R$ 11,263 milhões em abril, após contabilizar receitas totais de R$ 12,591 milhões e despesas de R$ 1,328 milhão no período.
O fundo VGHF11 encerrou o mês com recuo de R$ 0,12 na cota patrimonial, movimento atribuído pela gestão à desvalorização das posições em FIIs e CRIs, impactadas principalmente pela abertura da curva de juros das NTN-Bs.
Em relação à distribuição de rendimentos do VGHF11, o fundo anunciou pagamento de R$ 0,07 por cota referente à competência de abril.
Segundo a gestão, o valor representou rentabilidade anualizada de 10,7% sobre a cota patrimonial de março, equivalente a IPCA + 1,4% ao ano.
No acumulado de 12 meses, os dividendos do VGHF11 somaram R$ 0,94 por cota. Considerando o período, o retorno anualizado atingiu 11,5%, equivalente a IPCA + 7,4% ao ano.
Carteira e investimentos do VGHF11
Ao final de abril, o portfólio do fundo possuía aproximadamente R$ 1,453 bilhão investidos em 137 ativos-alvo, montante equivalente a 103,5% do patrimônio líquido.
Além disso, o fundo mantinha R$ 42,8 milhões aplicados em operações compromissadas reversas de CRIs, com remuneração de CDI + 0,84% ao ano, representando cerca de 3% do patrimônio líquido. Os demais recursos permaneceram em caixa.
Durante o mês, o fundo imobiliário VGHF11 promoveu ajustes relevantes na composição da carteira.
As compras realizadas totalizaram R$ 23 milhões, com destaque para a aquisição de R$ 20,8 milhões do CRI Helbor 86E. Também foram efetuadas vendas de aproximadamente R$ 13 milhões em CRIs e FIIs líquidos.
Além disso, na estratégia denominada “carteira denominada”, o fundo registrou vendas líquidas próximas de R$ 730 mil em ativos, priorizando a redução de posições em FIIs líquidos.
Após os ajustes, essa estratégia do FII VGHF11 passou a representar 52,5% dos ativos-alvo, levemente abaixo dos 53% observados anteriormente.
Com as movimentações realizadas ao longo de abril, a estratégia de renda elevou sua participação para 47,5% dos ativos-alvo do fundo, ante 47% registrados no mês anterior. De acordo com a gestão, as alterações buscam aumentar o carrego da carteira nos próximos meses.
Na composição por estratégia, os ativos líquidos, formados por FIIs e ações, respondiam por 38,1% do patrimônio investido.
Já os ativos ilíquidos, categoria que engloba FIIs estruturados, SPEs e FIDCs subordinados, representavam 32,4%. As operações de crédito, incluindo CRIs e FIDCs sênior, correspondiam aos 29,5% restantes.
Nos ativos investidos pelo VGHF11, os fundos imobiliários continuavam liderando a carteira, com participação de 55,5% dos ativos-alvo. Os CRIs apareciam na sequência, com 28,5%, enquanto as SPEs representavam 14,3%. Os FIDCs possuíam fatia de 1%, enquanto as ações mantinham participação residual de 0,7%.