VGIR11 paga dividendos de CDI + 1,76% e lucra mais de R$ 18 milhões; veja detalhes

VGIR11 paga dividendos de CDI + 1,76% e lucra mais de R$ 18 milhões; veja detalhes
VGIR11 paga dividendos de CDI + 1,76% e lucra mais de R$ 18 milhões. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário VGIR11 divulgou os resultado de abril e, a partir desse desempenho, distribuiu R$ 0,12 por cota em dividendos. Segundo a gestão, esse pagamento representou uma rentabilidade líquida equivalente a CDI + 1,9% ao ano, tomando como base a cota patrimonial de fechamento de março.

No acumulado dos últimos 12 meses, os dividendos do VGIR11 somaram R$ 1,53 por cota. Nesse mesmo intervalo, a rentabilidade líquida também ficou equivalente a CDI + 1,9% ao ano sobre a cota patrimonial.

Pelo valor de mercado, a cota do fundo encerrou abril negociada a R$ 9,75. Considerando essa cotação e o rendimento de R$ 0,12 por cota, o dividend yield mensal ficou equivalente a CDI + 1,76%.

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O histórico divulgado pela gestão mostra que, entre maio de 2025 e abril de 2026, o dividend yield mensal do VGIR11 variou entre CDI + 1,09% e CDI + 4,30%.

Resultado do VGIR11 em abril

O fundo imobiliário VGIR11 terminou abril com resultado de R$ 18,134 milhões. As receitas do mês somaram R$ 19,441 milhões, compostas principalmente pelos rendimentos da carteira de CRIs. Já as despesas recorrentes ficaram em R$ 1,306 milhão.

Ao longo do período, a gestão informou que não realizou mudanças relevantes na composição da carteira. As movimentações ficaram restritas a giros pontuais de CRIs, que resultaram em ganhos de capital para o fundo.

O FII VGIR11 também recebeu R$ 10,3 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias durante abril. Entre os principais eventos, estiveram as amortizações parciais dos CRIs Gafisa FE 1S, no valor de R$ 3,6 milhões, e RV Ipiranga 2, no montante de R$ 2,6 milhões.

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Carteira segue concentrada em CRIs

No fechamento de abril, o VGIR11 mantinha 93,8% do patrimônio líquido aplicado em certificados de recebíveis imobiliários. A carteira era composta por 56 operações, com aproximadamente R$ 1,326 bilhão alocado em crédito imobiliário.

Os demais recursos estavam aplicados em instrumentos de caixa, que representavam 6,2% do patrimônio líquido. Assim, os CRIs continuaram concentrando praticamente toda a alocação do fundo.

A carteira de crédito permanecia majoritariamente indexada ao CDI, responsável por 99,4% das operações. A parcela atrelada ao IPCA correspondia a apenas 0,6% dos ativos.

Na análise por setor, o segmento residencial continuava como o principal da carteira do VGIR11, com participação de 86,8%. Em seguida apareciam escritórios, com 6,2%, shopping centers, com 4%, operações BTS, com 1,5%, e operações pulverizadas, também com 1,5%.

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