Dividendos do RBRP11: veja quanto o fundo imobiliário vai pagar em março
O fundo imobiliário RBRP11 anunciou a distribuição de R$ 0,40 por cota em dividendos referentes ao resultado de fevereiro, conforme comunicado divulgado ao mercado nesta sexta (6).
O pagamento de dividendos do RBRP11 será realizado no dia 13 de março de 2026, tendo como data-base o pregão de 6 de março.
Considerando o preço de fechamento da cota ao final de fevereiro, de R$ 54,20, o rendimento atual representa um dividend yield (DY) de 0,738% ao mês.
Esse valor de R$ 0,40 por cota já vem sendo repetido há 12 meses consecutivos, o que mostra certa estabilidade na distribuição do fundo imobiliário RBRP11.
Estratégia do fundo imobiliário RBRP11
O RBRP11 tem como estratégia central a geração de receitas recorrentes por meio da locação de imóveis corporativos.
O fundo busca compor uma carteira diversificada de ativos imobiliários com contratos de aluguel firmados com empresas de diferentes setores, com o objetivo de manter fluxo contínuo de rendimentos aos cotistas.
Na composição da base de locatários, alguns ocupantes concentram maior participação na área locada. A Prevent Senior aparece como principal inquilina, representando 20% da Área Bruta Locável (ABL) do portfólio.
Em seguida está a Globo, com 14%, enquanto Estácio e Plano&Plano respondem por 9% cada.
A Iron Mountain também possui participação de 9%, e o grupo Trigo Restaurants representa 6% da área locada. Os demais locatários, considerados em conjunto, somam 33% da ABL total.
Em relação a geração de receitas, o portfólio do FII RBRP11 apresenta maior exposição ao segmento de saúde, responsável por 22% da receita.
Na sequência aparecem telecomunicações, com 15%, e transportes e logística, com 11%. Os segmentos de profissionais liberais e construção civil possuem participação semelhante, cada um contribuindo com 8% da receita gerada pelos ativos.
Sobre as características contratuais do RBRP11, a maior parcela da renda do fundo provém de contratos atípicos, que representam 62% das receitas. Já os contratos típicos respondem pelos 38% restantes.