LVBI11, SNAG11, ALZC11 e RBRX11 são destaques do Bom Dia FIIs (25/2)

LVBI11, SNAG11, ALZC11 e RBRX11 são destaques do Bom Dia FIIs (25/2)
LVBI11, SNAG11, ALZC11 e RBRX11 são destaques do Bom Dia FIIs (25/2) (Foto: Pexels)

Os fundos imobiliários LVBI11, SNAG11, ALZC11 e RBRX11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta segunda-feira (25). Na sexta-feira (22), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.855,09 pontos, com alta de 0,13%, equivalente a um avanço de 5,14 pontos em relação ao fechamento anterior. Apesar do desempenho positivo no último pregão da semana, o IFIX acumulou perda semanal de 29,67 pontos, equivalente a uma queda de 0,76%.

Os fundos imobiliários mais negociados da sexta-feira foram o GARE11 (Guardian Logística), que registrou volume de R$ 1,11 milhão e queda de 0,12%; o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de R$ 1,01 milhão e alta de 0,10%; o GGRC11 (GGR Covepi Renda), que movimentou R$ 810,85 mil e recuou 0,20%.

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LVBI11: fundo imobiliário com vacância zerada lucra R$ 11,69 milhões

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ALZC11 entrega retorno equivalente a 125% do CDI e mantém yield acima de 15%
Lucro do RBRX11 salta quase 20%; veja quanto o FII pagou em dividendos

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

LVBI11: fundo imobiliário com vacância zerada lucra R$ 11,69 milhões

O fundo imobiliário LVBI11 encerrou abril com resultado distribuível de R$ 11,692 milhões. O desempenho veio de receitas de R$ 14,79 milhões, enquanto as despesas foram R$ 3,098 milhões no período. No mês, o fundo LVBI11 registrou receita equivalente a 0,92 por cota, resultando em lucro de 0,73 por cota. 

O desempenho foi impactado de forma não recorrente pela taxa de comercialização relacionada à locação da Interbrands Foods, que representou efeito de 0,05 por cota. A distribuição anunciada foi de 0,75 por cota, em linha com os últimos meses, com pagamento de dividendos do LVBI11 realizado em 8 de maio de 2026. 

Considerando as movimentações previstas, a gestão projeta manter esse patamar de distribuição até o final do primeiro semestre. O dividend yield anualizado correspondeu a 8,3% sobre a cotação de fechamento e a 7,5% com base no valor patrimonial.

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SNAG11 cresce em meio a safra recorde de soja e avanço do crédito privado no agro

O cenário de recorde para a soja brasileira em 2026 vem reforçando o ambiente para expansão do crédito privado ligado ao agronegócio — movimento que beneficia fiagros como o SNAG11. Segundo a Abiove, a safra brasileira de soja deve atingir aproximadamente 180,13 milhões de toneladas em 2026, maior volume da história do país.

Com o avanço da produção, a entidade também elevou as projeções de processamento, exportação e receita do complexo soja. A expectativa é que as exportações do setor gerem cerca de US$ 63,4 bilhões neste ano, acima dos US$ 52,9 bilhões registrados em 2025.

Além disso, os estoques finais da oleaginosa no Brasil devem atingir aproximadamente 8,25 milhões de toneladas, maior nível desde 2017.

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ALZC11 entrega retorno equivalente a 125% do CDI e mantém yield acima de 15%

O fundo imobiliário (FIIALZC11 manteve em abril uma distribuição equivalente a aproximadamente 125,75% do CDI líquido de impostos, reforçando o desempenho do fundo em meio ao ambiente ainda elevado de juros e inflação no Brasil.

Segundo a gestora, o rendimento distribuído permaneceu no teto do guidance do primeiro semestre, com pagamento de R$ 0,10 por cota referente ao resultado caixa de abril. Considerando a cotação de mercado do período, o dividend yield anualizado ficou acima de 15,5% pelo segundo mês consecutivo.

O pagamento será realizado em 25 de maio para investidores posicionados até a data-base de 18 de maio. Durante o mês, o fundo também avançou no processo de reciclagem da carteira, priorizando operações estruturadas diretamente pela própria gestão e ativos nos quais a equipe participou desde a originação.

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Lucro do RBRX11 salta quase 20%; veja quanto o FII pagou em dividendos

O fundo imobiliário RBRX11 encerrou abril com resultado distribuível de R$ 11,414 milhões, crescimento de 19,7% em relação ao mês anterior. No período, as receitas do fundo imobiliário RBRX11 somaram R$ 9,844 milhões, enquanto as despesas totais chegaram a R$ 1,07 milhão.

A principal contribuição veio da carteira de FIIs, responsável por R$ 5,8 milhões, cerca de R$ 0,04 por cota. Os CRIs também tiveram peso relevante no desempenho, adicionando R$ 5,6 milhões, valor igualmente próximo de R$ 0,04 por cota.

Com base nesse resultado, o fundo imobiliário RBRX11 anunciou distribuição de R$ 0,09 por cota em dividendos, valor em linha com a média paga nos últimos 12 meses. Para complementar os rendimentos do RBRX11, ele utilizou R$ 0,01 por cota de sua reserva, encerrando abril com saldo acumulado de R$ 0,07 por cota.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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