CPTS11 divulga novo pagamento de dividendos; veja valor

CPTS11 divulga novo pagamento de dividendos; veja valor
Foto: Suno/Banco

O CPTS11 (Capitânia Securities II) anunciou uma nova distribuição de dividendos aos seus cotistas. O fundo imobiliário vai pagar R$ 0,09 por cota, referente ao resultado de julho de 2026.

O pagamento dos dividendos do CPTS11 está programado para 21 de agosto de 2026. Terão direito aos rendimentos os investidores com cotas do fundo ao fim do pregão de 14 de agosto de 2026, data-base da distribuição. O comunicado define essa sexta-feira (14) como o último dia de negociação das cotas com direito ao provento.

O rendimento é isento de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam às condições previstas na legislação. No comunicado, a administradora informa que o fundo imobiliário se enquadra no inciso III do artigo 3º da Lei nº 11.033/2004 e ressalta a necessidade de cumprimento dos requisitos legais aplicáveis ao cotista pessoa física.

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Com o novo anúncio, o CPTS11 mantém o pagamento de R$ 0,09 por cota, valor observado nas distribuições anteriores. Na distribuição anunciada em julho, referente aos resultados de junho de 2026, o fundo também pagou R$ 0,09 por cota.

Na ocasião, considerando a cotação de fechamento de junho, de R$ 7,51, o rendimento correspondeu a um dividend yield mensal de 1,2%. O anúncio realizado em julho também marcou o décimo mês consecutivo em que o fundo manteve a distribuição de R$ 0,09 por cota.

CPTS11 já teve rendimento de 125,9% do CDI

Em outro período recente, os rendimentos do CPTS11 foram comparados pela gestão ao CDI. Conforme dados divulgados anteriormente pelo fundo, uma das distribuições correspondeu a 125,9% do CDI líquido de Imposto de Renda, considerando a cota de mercado.

O CPTS11 mantém uma estratégia de investimento que inclui tanto Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) quanto cotas de outros fundos imobiliários. Dessa forma, a carteira combina exposição ao crédito imobiliário e ao mercado de FIIs.

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Em relatório anterior, a gestão classificou a carteira de crédito do fundo como high grade e informou que 100% dos recebíveis estavam adimplentes, sem operações classificadas como estressadas.

Na fotografia da carteira apresentada naquele período, o portfólio contava com 19 CRIs, equivalentes a 24,8% dos ativos. Outros 78 fundos imobiliários representavam 63,9% da carteira, enquanto 8,2% estavam alocados em operações de carrego remuneradas a CDI mais 1% ao ano.

Dentro da parcela investida em fundos imobiliários, 79,6% da exposição estava concentrada em fundos de tijolo, enquanto os fundos de papel correspondiam aos 20,4% restantes.

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Potencial de valorização na carteira de FIIs

Em relatório anterior, a gestão do CPTS11 também apresentou uma estimativa de potencial de valorização para a parcela da carteira formada por fundos imobiliários.

Considerando os preços observados ao fim de abril, a gestão estimava esse potencial em 14,4% sobre a carteira de FIIs. Em relação ao patrimônio líquido total do CPTS11, o percentual correspondia a 9,7%.

Naquele período, a cota do fundo encerrou abril em R$ 7,93, ante um valor patrimonial de R$ 8,85 por cota. A diferença correspondia a um desconto de aproximadamente 10,4% da cotação de mercado em relação ao valor patrimonial.

Os dados divulgados naquele relatório também apresentavam o desempenho histórico do fundo desde agosto de 2014. Até o período de referência do documento, a cota de mercado ajustada pelos proventos acumulava retorno de 239,2%, enquanto a cota patrimonial registrava avanço de 268,8%. Na mesma comparação apresentada pela gestão do CPTS11, o IFIX acumulava 181,2% e o CDI bruto, 201,9%.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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