IFIX cai 0,55% e acompanha tombo do Ibovespa nesta terça-feira

IFIX cai 0,55% e acompanha tombo do Ibovespa nesta terça-feira
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (11) em 3.721,88 pontos, com queda de 0,55%, equivalente a 20,44 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.742,32 pontos.

O indicador abriu aos 3.742,35 pontos e chegou à máxima de 3.744,36 pontos. Ao longo da sessão, perdeu força e atingiu a mínima de 3.720,99 pontos, encerrando o dia perto desse patamar.

O índice de fundos imobiliários seguiu o movimento negativo do mercado acionário brasileiro. O Ibovespa caiu 2,5%, aos 167.875 pontos, menor nível desde 20 de janeiro.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

O ambiente doméstico foi marcado pela aversão ao risco, mesmo após o IPCA de julho avançar 0,07%, enquanto as mensagens mais cautelosas da ata do Copom, preocupações fiscais e o cenário externo pressionaram os negócios.

O destaque do dia entre os FIIs foi o fundo imobiliário URPR11 (Urca Prime Renda), que apresentou a maior alta do pregão — um avanço de 10,78%. A cota subiu R$ 1,92 e encerrou as negociações a R$ 19,73.

Na sequência, o CPSH11 (Capitania Shoppings Fundo de Investimento Imobiliário) registrou alta de 1,04%. O fundo ganhou R$ 0,10 no dia, com fechamento a R$ 9,70.

GGRC11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) liderou o volume, com 1,51 milhão de cotas negociadas e queda de 0,62%. Em seguida vieram o MXRF11 (Maxi Renda), com 1,46 milhão de cotas negociadas e baixa de 0,95%; e o GARE11 (Guardian Real Estate), com 1,06 milhão de cotas e recuo de 0,12%.

Outros destaques foram o CPTS11 (Capitania Securities II), com 877,74 mil cotas negociadas e queda de 0,8%; e o KNSC11 (Kinea Securities), com 526,41 mil cotas e baixa de 0,33%.

Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

notícias relacionadas últimas notícias