IFIX fecha em ligeira alta e termina semana praticamente estável

IFIX fecha em ligeira alta e termina semana praticamente estável
IFIX fecha em ligeira alta e termina semana praticamente estável (Foto: Pexels/Dave Garcia)

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (18) aos 3.750,27 pontos, com ligeira alta de 0,07%, avanço de 2,8 pontos em relação ao fechamento anterior. O índice havia terminado a sessão de quinta-feira aos 3.747,47 pontos.

Ao longo do pregão, o índice de fundos imobiliários registrou mínima de 3.735,10 pontos e máxima de 3.751,11 pontos. A abertura ocorreu aos 3.747,47 pontos.

Na comparação semanal, o IFIX avançou 1,64 ponto, ou 0,04%, ante os 3.748,63 pontos registrados no fechamento da sexta-feira anterior, dia 11 de setembro.

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O sobe-e-desce dos FIIs

O TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) apresentou a maior alta do pregão, com avanço de 4,44%. A cota encerrou as negociações a R$ 52, alta de R$ 2,20 no dia.

Na segunda posição entre as maiores altas, o RECR11 (REC Recebíveis Imobiliários) subiu 1,58%, com valorização de R$ 1,19 e preço de fechamento de R$ 75,35.

Entre as maiores quedas, o TEPP11 (Tellus Properties FII) recuou 4,65%, ou R$ 0,35, e encerrou o pregão cotado a R$ 7,17.

O XPML11 (XP Malls) teve a segunda maior baixa do dia, com queda de 3,35%, equivalente a R$ 3,40, e terminou a sessão negociado a R$ 98.

TEPP11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados no pregão, o TEPP11 liderou com 7,81 milhões de cotas negociadas e queda de 4,65%. Na sequência, o MXRF11 (Maxi Renda) movimentou 3,42 milhões de cotas e subiu 0,33%; e o TRXF11 (TRX Real Estate) teve 1,69 milhão de cotas negociadas e avançou 1,46%.

Já o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) registrou 1,33 milhão de cotas negociadas e caiu 0,99%; enquanto o CPTS11 (Capitania Securities II) somou 1,2 milhão de cotas negociadas, com alta de 1,22%.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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