KFOF11 negocia R$ 30,23 mi e fecha fevereiro com 22,3% em caixa

KFOF11 negocia R$ 30,23 mi e fecha fevereiro com 22,3% em caixa
KFOF11 negocia R$ 30,23 mi e fecha fevereiro com 22,3% em caixa - Foto: Pixabay

O KFOF11 (Fundo de Fundos de FII Kinea FII) informou, em relatório mensal, que manteve em fevereiro movimentações de venda na carteira com o objetivo de reduzir posições com menor espaço de valorização, considerando o nível de preço observado pela gestão.

As reduções envolveram ativos ligados aos segmentos de CRI, logística e multiestratégia, e o fundo encerrou o mês com 22,3% do patrimônio em caixa, enquanto a gestão afirma seguir avaliando oportunidades de alocação.

No mesmo relatório gerencial, o fundo imobiliário também trouxe informações de negociação e liquidez: em fevereiro, as cotas foram negociadas em 100% dos pregões da B3, com volume financeiro total de R$ 30,23 milhões e volume médio diário de R$ 1,68 milhão.

Movimentações do mês e portfólio

O relatório detalha o saldo das operações de fevereiro em percentual do patrimônio líquido, apontando vendas líquidas totais de -7,38% no período. No recorte por segmentos apresentado no material, aparecem reduções em FII de CRI (-1,87%), shopping centers/varejo (-2,03%), logística (-1,84%) e multiestratégia (-1,03%), entre outros itens do gráfico.

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Na alocação consolidada ao fim do mês, o documento registra 73,2% do patrimônio em cotas de FIIs e 22,3% em caixa; além de outras exposições informadas no relatório, como CRI e LCI, que também aparecem na composição.

Desempenho, deságio e distribuição

Em fevereiro, a cota patrimonial do fundo teve alta de 0,88%, enquanto a cota de mercado registrou variação de -0,80%, conforme tabela de retorno total apresentada no relatório.

O documento também informa que, na data-base de 27/02/2026, a cota patrimonial era de R$ 94,16 e a cota de mercado, de R$ 85,50, o que corresponde a ágio/deságio de -9,19%.

Na distribuição de rendimentos, o relatório aponta R$ 0,80 por cota, com pagamento em 13 de março.

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Tabela de “upside” e recorte por segmentos

O relatório inclui uma seção de “análise de upside”, na qual o fundo apresenta uma métrica de “upside potencial” associada aos segmentos da carteira. Na tabela, o fundo indica upside potencial total de 21,23% e registra escritórios como o segmento com o maior valor na linha de “upside potencial” (+69,14%), conforme o quadro do documento.

Os percentuais de “upside potencial” constam como métrica do relatório, e não como projeção garantida de retorno do KFOF11.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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