HGRE11 avança 9% em 2026 e lucra R$ 10,5 milhões; veja detalhes

HGRE11 avança 9% em 2026 e lucra R$ 10,5 milhões; veja detalhes
HGRE11 avança 9% em 2026 e lucra R$ 10,5 milhões. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário HGRE11 encerrou maio com resultado distribuível de R$ 10,508 milhões, sustentado por receitas totais de R$ 12,968 milhões e despesas de R$ 2,459 milhões no período.

O desempenho do HGRE11 contou com impacto positivo de eventos não recorrentes de R$ 0,08 por cota, incluindo R$ 0,07 por cota em ganho de capital com a venda de posições em FIIs.

A distribuição anunciada pelo fundo imobiliário HGRE11 foi de R$ 0,85 por cota, com pagamento previsto para 15 de junho de 2026. Ao fim de maio, a reserva acumulada era de R$ 3,07 por cota.

O dividend yield anualizado ficou em 7,8% sobre a cota patrimonial e em 6,9% sobre a cota de fechamento. Já a média distribuída nos últimos 12 meses foi de R$ 1,05 por cota.

Portfólio do HGRE11 mantém vacância estável

Sem movimentação de locatários em abril, a vacância física permaneceu em 5,8%, enquanto a vacância financeira ficou em 4,4%. No mês, o FII HGRE11 realizou reajustes em contratos que somam 1.692 metros quadrados de ABL.

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A alavancagem do fundo está em 2,2%, com cerca de 68% dos vencimentos concentrados no longo prazo. O passivo vinculado à operação de securitização soma R$ 39 milhões, dos quais R$ 12 milhões vencem no curto prazo.

Segundo a gestão, a expectativa é que a alavancagem recue para 1,9% ao fim de 2026, mantendo trajetória de queda nos anos seguintes.

O portfólio do fundo HGRE11 reúne 13 ativos em três estados, com mais de 144 mil metros quadrados de ABL. Os escritórios de classificação entre A e AAA localizados na Grande São Paulo representam 86% do valor patrimonial do fundo.

A alocação está concentrada em imóveis, com 86% do patrimônio. Além disso, o fundo possui 3% em CRIs e 2% em FIIs, sendo que os quatro FIIs estratégicos equivalem a 2,0% do patrimônio líquido.

Na composição por valor patrimonial, os principais imóveis são Chucri Zaidan, com 22,5%, Martiniano, com 19,1%, Sêneca, com 16,3%, Paulista Star, com 12,9%, e Berrini One, com 8,8%.

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Pela ótica da receita contratada, o Sêneca lidera com 24,1%, seguido por Chucri Zaidan, com 22,6%, Martiniano, com 16,0%, e Paulista Star, com 13,6%.

A carteira é majoritariamente formada por imóveis de padrão A, que representam 58% do portfólio. Os ativos AAA somam 32%, enquanto BB, B e C respondem por 4%, 4% e 3%, respectivamente.

Todos os contratos são típicos. Os indexadores estão praticamente equilibrados, com 51% dos contratos corrigidos pelo IPCA e 49% pelo IGP-M.

Entre os segmentos dos locatários, tecnologia da informação e telecomunicações aparecem empatados, ambos com 23%. Saúde e agência de viagens representam 14% cada.  

No mercado, HGRE11 registrou valorização de 0,3% em maio, desempenho superior ao IFIX, que caiu 1,3%, mas inferior ao CDI bruto, de 1,1%. Em 2026, o fundo acumula alta de 9,0%, acima do IFIX, de 2,7%, e do CDI bruto, de 5,7%.  

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