IFIX volta a superar os 3.800 pontos e fecha em alta de 0,24%; CACR11 sobe 1,9%

IFIX volta a superar os 3.800 pontos e fecha em alta de 0,24%; CACR11 sobe 1,9%
IFIX volta a superar os 3.800 pontos e fecha em alta de 0,24%; CACR11 sobe 1,9% (Foto: Pexels/Jakub Zerdzicki)

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (28) aos 3.807,17 pontos, com alta de 0,24%, o equivalente a um avanço de 9,11 pontos em relação ao fechamento anterior.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.798,06 pontos e a máxima de 3.810,57 pontos. A abertura ocorreu em 3.798,06 pontos, mesmo nível do fechamento do pregão anterior.

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Com o resultado, o IFIX voltou a encerrar o dia acima dos 3.800 pontos. No acumulado das últimas 52 semanas, o índice varia entre 3.402,09 pontos e 3.944,38 pontos.

HSLG11 lidera negociações

Entre os fundos imobiliários mais negociados da sessão, o HSLG11 (HSI Logística) avançou 0,18%, com volume de 2,1 milhões de cotas negociadas. O MXRF11 (Maxi Renda) subiu 0,83%, com movimentação de 1,82 milhão de cotas.

Na sequência, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) registrou alta de 0,2%, com volume de 1,44 milhão de cotas negociadas. O GARE11 (Guardian Real Estate) ganhou 0,12%, movimentando 1,09 milhão de cotas, enquanto o CPTS11 (Capitania Securities II) avançou 0,67%, com volume de 1,07 milhão de cotas negociadas.

Maiores altas e quedas do IFIX

O CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou as altas do dia ao subir 1,9%, encerrando o pregão cotado a R$ 16,66. Na segunda posição, o AIEC11 (Autonomy Edifícios Corporativos) avançou 1,35%, fechando a sessão negociado a R$ 59,49.

Entre as maiores quedas, o HSAF11 (HSI Ativos Financeiros) registrou o pior desempenho do dia, com recuo de 1,31%, terminando o pregão cotado a R$ 76,31.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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