MAXR11 anuncia maiores dividendos em 7 meses; veja o valor
O fundo imobiliário MAXR11 anunciou uma nova distribuição de R$ 0,40 por cota aos cotistas, o maior valor dos últimos 7 meses. Os proventos serão creditados em 15 de setembro de 2026.
Têm direito ao pagamento os investidores posicionados no fundo ao final do pregão de 8 de setembro de 2026, data de corte da distribuição.
Sobre a cotação-base de R$ 50,05, os dividendos do MAXR11 correspondem a um dividend yield de aproximadamente 0,80%. Assim, um investidor com 100 cotas na data de corte receberá R$ 40,00, e uma posição de 1.000 cotas renderá R$ 400,00. Os rendimentos têm julho de 2026 como referência e são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, observadas as condições da legislação.
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A busca por locatários no MAXR11
As últimas informações operacionais do fundo imobiliário MAXR11 constam no relatório de junho de 2026. Na ocasião, a administradora informou que seguia buscando locatários para áreas vagas e espaços cedidos em comodato.
A composição das áreas mostrava 36% locados, 38% em comodato e 26% vagos. Considerando os espaços em comodato, a taxa de ocupação era de 74,19%, e os contratos das áreas efetivamente locadas, sem os comodatos, tinham vencimento concentrado em 2029.
O processo de incorporação do MAXR11
Outro ponto relevante é a incorporação pelo Capitânia HBC Renda Urbana FII, aprovada em consulta formal cujo resultado saiu em março.
A operação prevê a substituição das cotas com base em R$ 67,00 por cota do FII MAXR11 e no valor patrimonial da classe incorporadora na data da efetivação. Concluída a operação, a classe atual será extinta, com a incorporadora sucedendo seus direitos e obrigações.
Na carteira, o fundo mantém imóveis comerciais em diferentes capitais. Na última competência do relatório, 93,10% da receita por segmento vinha de lojas de departamentos, enquanto lojas de importados respondiam por 3,78% e alimentação por 3,12%.
A administradora segue acompanhando questões operacionais dos imóveis. Foram identificadas necessidades de manutenção em ativos ocupados pela Americanas, com cobrança de reparos atribuídos à locatária e avaliação de benfeitorias para preservar os imóveis.
Em Manaus, o fundo MAXR11 acompanhava ainda a regularização do estabelecimento da P CHEN, lacrado em abril por ausência de inscrição no Cadastro de Contribuintes do Amazonas, prestando suporte para solucionar a situação sem reconhecer responsabilidade pelas obrigações da locatária do MAXR11.