MXRF11, OUJP11, TGAR11 e VRTM11 são destaques do Bom Dia FIIs (23/6)
Os fundos imobiliários MXRF11, OUJP11, TGAR11 e VRTM11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta terça-feira (23). Na segunda-feira (22), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.796,44 pontos, com queda de 0,1%, equivalente a uma perda de 3,64 pontos em relação ao fechamento anterior.
Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 (Maxi Renda) registrou volume de R$ 1,84 milhão e caiu 0,82%. Na sequência apareceu o CPTS11 (Capitania Securities II), com volume de R$ 1,41 milhão e baixa de 0,41%. O GGRC11 (GGR Covepi Renda) movimentou R$ 1,2 milhão e avançou 0,2% no pregão. Já o GARE11 (Guardian Logística) registrou volume de R$ 1,07 milhão e recuou 0,25%.
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MXRF11 anuncia início de emissão de cotas para captar até R$ 1 bilhão
OUJP11 lidera ranking dos FIIs do IFIX com maiores retornos em 2026
TGAR11 entrega yield de 15,2% e lucro de quase R$ 18 milhões
VRTM11 reforça posição em CRI de IPCA+12,25% e lucra R$ 4,9 mi
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
MXRF11 anuncia início de emissão de cotas para captar até R$ 1 bilhão
O MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) anunciou o início de sua 12ª emissão de cotas, uma oferta pública que poderá movimentar cerca de R$ 1 bilhão. O registro da operação foi concedido automaticamente pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última sexta-feira (19), marcando mais uma captação do fundo imobiliário, atualmente o maior FII da B3 em número de cotistas — atualmente, são 1,46 milhão de investidores.
A nova emissão prevê preço de R$ 9,37 por cota, além dos custos de distribuição previstos na oferta. O montante inicial da oferta é de aproximadamente R$ 1 bilhão.
A oferta acontece após um período de crescimento do MXRF11. Segundo dados divulgados pela gestão referentes ao primeiro trimestre de 2026, o fundo encerrou março com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 4,32 bilhões e uma carteira composta por 89 Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), principal classe de ativos do portfólio.
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OUJP11 lidera ranking dos FIIs do IFIX com maiores retornos em 2026
Os fundos ligados ao mercado de crédito imobiliário figuram entre os destaques de desempenho do IFIX em 2026. Levantamento da Quantum indica que o OUJP11 (Ourinvest JPP) liderava o ranking de valorização entre os componentes do principal índice de fundos imobiliários da B3 até 31 de maio.
Na sequência aparecem veículos com diferentes estratégias de alocação, abrangendo recebíveis imobiliários, fundos híbridos e outras teses voltadas ao mercado imobiliário. O ranking considera exclusivamente ativos que integravam o IFIX até o fim de maio. O índice é a principal referência do mercado para acompanhar o desempenho dos fundos imobiliários mais negociados na bolsa brasileira.
Os 10 ativos com melhor desempenho no IFIX até 31 de maio foram OUJP11 (Ourinvest JPP), RZAT11 (Riza Arctium Real Estate), KCRE11 (Kinea Creditas), ICRI11 (Itaú Crédito Imobiliário IPCA), SNCI11 (Suno Recebíveis Imobiliários), MCCI11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários), BTAL11 (BTG Pactual Logística Fiagro), KNSC11 (Kinea Securities), MXRF11 (Maxi Renda) e CLIN11 (Clave Índices de Preços).
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TGAR11 entrega yield de 15,2% e lucro de quase R$ 18 milhões
O fundo imobiliário TGAR11 (TG Ativo Real) registrou em maio um resultado caixa de aproximadamente R$ 17,7 milhões e manteve a distribuição de R$ 0,72 por cota aos investidores, equivalente a um dividend yield mensal de 1,20%.
Considerando o preço de mercado das cotas, o rendimento anualizado alcança cerca de 15,2%. Nos últimos 12 meses, o fundo distribuiu R$ 10,59 por cota, acumulando um dividend yield próximo de 13,97% no período. Ao final de maio, o TGAR11 também apresentava uma reserva acumulada de aproximadamente R$ 0,12 por cota em resultados ainda não distribuídos, reforçando a capacidade de sustentação dos dividendos.
Mesmo diante de um cenário de juros elevados e incertezas sobre a política monetária, a gestão decidiu manter o guidance para o segundo semestre de 2026, projetando rendimentos entre R$ 0,70 e R$ 1,00 por cota.
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VRTM11 reforça posição em CRI de IPCA+12,25% e lucra R$ 4,9 milhões
O fundo imobiliário (FII) VRTM11 registrou em maio um resultado de aproximadamente R$ 4,94 milhões e manteve a estratégia de reciclagem da carteira, combinando novas alocações em crédito imobiliário com o desinvestimento em fundos listados.
Entre as movimentações do período, o fundo adquiriu cerca de R$ 700 mil do CRI Terrassa, operação indexada ao IPCA com remuneração de IPCA mais 12,25% ao ano, reforçando a exposição da carteira a ativos de crédito de maior retorno. Além das novas aquisições, o VRTM11 realizou liberações previstas em seis empreendimentos ainda em fase de obras, totalizando R$ 800 mil ao longo do mês.
O fundo também registrou recompras de unidades em projetos imobiliários que integram sua carteira. As operações envolveram empreendimentos como Habitat Vida, MGB Residencial José Antônio Bortolotto e Habitat Aquarela, somando aproximadamente R$ 1 milhão.
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