RBRR11 paga dividendos de 9,8% ao ano e divulga aportes milionários em CRIs; veja valores

RBRR11 paga dividendos de 9,8% ao ano e divulga aportes milionários em CRIs; veja valores
RBRR11 paga dividendos de 9,8% ao ano e divulga aportes milionários em CRIs

O fundo imobiliário RBRR11 encerrou março com resultado distribuível de quase R$ 11,89 milhão. O desempenho do período foi construído a partir de uma receita total de R$ 1,505 milhão, enquanto as despesas alcançaram R$ 1,225 milhão. 

As receitas do RBRR11 contaram com R$ 15,014 milhões de juros e correção monetária, mas uma marcação a mercado (negativa) de R$ 12,2 milhões.

No mês, o fundo imobiliário RBRR11 distribuiu R$ 0,70 por cota aos investidores, valor equivalente a um dividend yield anualizado de 9,8%, considerando a cotação de fechamento em 31 de março de 2026. 

O resultado distribuível efetivamente apurado no período foi de R$ 0,73 por cota, impactado por efeitos extraordinários relacionados ao resgate antecipado do CRI Tellus Brigadeiro.

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Com a distribuição de dividendos RBRR11 realizada em 17 de março, a reserva acumulada do fundo aumentou para R$ 0,20 por cota.

A carteira permaneceu bastante concentrada em operações de crédito estruturado. Ao final do mês, 105,5% do patrimônio líquido estava alocado em ativos-alvo, sendo 102,8% em CRIs e operações estruturadas e outros 2,6% em fundos imobiliários. 

Além disso, o fundo imobiliário RBRR11 mantinha 2,3% em caixa e exposição de 7,7% em operações compromissadas reversas, estrutura equivalente à venda com compromisso de recompra.

Detalhes da carteira

Os CRIs e operações estruturadas apresentavam rentabilidade média ponderada de 15,5% ao ano, equivalente a IPCA + 9,4% ao ano, com prazo médio de 4,1 anos e spread médio de 1,5% ao ano. A carteira era formada por 111 operações de CRI e ativos estruturados.

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A exposição seguia praticamente integralmente atrelada à inflação. Os ativos indexados ao IPCA representavam 99% da carteira, com retorno médio de IPCA + 9,3% ao ano. 

Já os papéis ligados ao IGP-M correspondiam a 1% da exposição, com taxa média de IGP-M + 8,9% ao ano. A parcela indexada ao CDI era residual, equivalente a 0,01% da carteira, com remuneração média de CDI + 3,7% ao ano.

O FII RBRR11 também manteve posição estratégica em FIIs, encerrando março com exposição a quatro fundos imobiliários diferentes. 

O maior peso estava em RPRI11, com 1,5% do patrimônio líquido. Em seguida apareceram GAME11, com 0,7%, NCRI11, com 0,3%, e FLCR11, com 0,1%.

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Em relação à alavancagem, o fundo encerrou março com saldo de R$ 117 milhões em operações compromissadas reversas, montante equivalente a 7,7% do patrimônio líquido. Segundo a gestão, essa exposição gerou impacto positivo de R$ 0,10 por cota no resultado do mês. 

Movimentações da carteira do RBRR11

Durante março, o fundo RBRR11 ampliou em R$ 41,5 milhões sua posição no CRI Plano e Plano, ativo indexado ao IPCA + 9,6% ao ano. 

Também aumentou em R$ 8,4 milhões a exposição em mais de 20 CRIs já presentes na carteira, a uma taxa média de IPCA + 9,0% ao ano. Além disso, adquiriu R$ 163 mil do CRI AG7, remunerado a CDI + 3,7% ao ano.

Por outro lado, o fundo reduziu em R$ 11 milhões a posição no CRI Pátio Malzoni, movimento que gerou prejuízo equivalente a R$ 0,05 por cota. Também realizou a venda integral das posições nos CRIs FGR e Creditas II Carteira IV, em operação conjunta de R$ 14,4 milhões.

Outro evento relevante do mês do RBRR11 foi o resgate antecipado do CRI Tellus Brigadeiro, no montante de R$ 29,5 milhões. Segundo a gestão, a liquidação antecipada provocou impacto negativo de R$ 0,02 por cota.

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