RECR11 eleva dividendos e valor rende 1,37% no mês; confira

RECR11 eleva dividendos e valor rende 1,37% no mês; confira
RECR11 eleva dividendos e valor rende 1,37% no mês. Foto: Pixabay

Os cotistas do fundo imobiliário RECR11 receberão R$ 1,0987 por cota em novos dividendos, conforme comunicado divulgado pelo fundo. O pagamento está marcado para 14 de agosto de 2026.

O valor atual ficou um pouco acima do registrado no mês anterior, quando o fundo tinha pago R$ 1,0759 por cota.

A distribuição será destinada aos investidores que mantiveram cotas ao fim do pregão de 7 de agosto de 2026, data de corte estabelecida para o recebimento dos proventos.

Com base no preço de R$ 80,00 registrado pela cota no fechamento de julho, os dividendos do RECR11 representam um dividend yield de aproximadamente 1,37%.

Os proventos são referentes ao resultado de julho e, conforme o comunicado, os rendimentos do RECR11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que cumpram as condições previstas na legislação aplicável aos fundos imobiliários.

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RECR11 amplia posição em CRI e realiza giro na carteira

O fundo imobiliário RECR11 realizou uma série de movimentações em sua carteira ao longo de julho de 2026, conforme as informações mais recentes divulgadas pelo próprio fundo. 

No período, o fundo adquiriu novas cotas da segunda série do CRI Matarazzo Retail, em uma operação de cerca de R$ 23,35 milhões.

Ao mesmo tempo, o fundo promoveu um giro relevante no portfólio, com alienações de posições em dez operações de crédito imobiliário. 

Entre os ativos vendidos estavam os CRIs Villagio Jardins, FIT VIC, Pulverizado Lançamentos Residenciais, Ativos Residenciais Diversificados, FIT Realiza, Matarazzo Suítes 4, MRV, VGRI Mezanino, VIC 5 e Vicorp.

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Outra movimentação de julho envolveu uma operação compromissada de R$ 31,04 milhões. O FII RECR11 amortizou a operação existente e, depois, contratou uma nova compromissada reversa pelo mesmo montante. 

Segundo o relatório, a medida teve como objetivo alongar os compromissos financeiros, sem alterar a posição de caixa.

Na posição ao fim de julho, cerca de 91% dos ativos estavam aplicados diretamente em CRIs, enquanto aproximadamente 3% estavam em FIIs e outros 3% em imóveis. A parcela restante incluía principalmente cotas de fundos com liquidez diária e outros ativos. A carteira de crédito reunia 93 operações de CRIs.

A exposição dos CRIs permanecia concentrada em operações ligadas ao IPCA, incluindo estruturas que não incorporam variações negativas do índice. Na divisão por perfil de risco, 73% da carteira estava classificada como corporativa e 27% como pulverizada. Entre os setores dos devedores e cedentes, incorporação representava 32% da exposição, seguida por loteamentos, com 17%, hotéis, com 14%, e investimentos imobiliários, com 13%.

A carteira do fundo RECR11 também apresentava diversificação geográfica, com garantias imobiliárias distribuídas por 14 estados brasileiros e maior concentração em São Paulo. Os CRIs haviam sido emitidos por nove securitizadoras, com Opea, Habitasec, Riza e Província entre as principais exposições.

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