BRCR11 já divulgou seus novos dividendos para março; descubra quanto

BRCR11 já divulgou seus novos dividendos para março; descubra quanto
BRCR11 já divulgou seus novos dividendos para março. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário BRCR11 confirmou a distribuição de R$ 0,41 por cota em dividendos, referente ao resultado de janeiro de 2026. 

O pagamento de dividendos do BRCR11 será realizado em 13 de março, para os investidores posicionados até 6 de março, data-base definida no comunicado. O rendimento é isento de Imposto de Renda para pessoas físicas.

Com o novo anúncio, o fundo alcança o 10º mês consecutivo mantendo o mesmo patamar de dividendos, sem alterações no valor mensal. 

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Considerando a cotação de fechamento de fevereiro em R$ 48,45, o dividendo do BRCR11 representa um retorno mensal próximo de 0,85% sobre o preço de mercado.

Portfólio do BRCR11 é concentrado em lajes corporativas de grandes centros

Constituído em junho de 2007, o BRCR11 é um dos maiores fundos imobiliários listados na B3, com foco em edifícios de lajes corporativas geradores de renda nos principais polos empresariais do país. 

A estratégia envolve gestão ativa, negociações contratuais e modernização de ativos, além de reciclagem de portfólio com objetivo de maximizar retorno no longo prazo.

Atualmente, 93% da receita contratada do fundo imobiliário BRCR11 provém de contratos classificados como AAA, enquanto 5% estão enquadrados como A e 2% como B, tendo uma predominância de inquilinos com melhor perfil financeiro.

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Geograficamente, os ativos estão concentrados no eixo São Paulo–Rio de Janeiro. Em São Paulo, o portfólio inclui imóveis como Diamond Tower, Eldorado Business Tower, EZ Towers e Sucupira. No Rio de Janeiro, destacam-se CEO Office, Montreal, MV9, Senado e Torre Almirante.

Em relação a área disponível do FII BRCR11, a maior concentração está na Torre Almirante (66%), seguida por MV9 (14%), Eldorado (9%), EZ Towers – B (7%) e Sucupira (4%). 

A vacância financeira ao final de janeiro de 2026 estava em 11,8% da receita potencial, enquanto a vacância física atingia 13,1% da ABL, impactada pela devolução de três andares no ativo MV9.

Apesar da devolução parcial no MV9, o contrato foi renovado pelo BRCR11 com reajuste no valor por metro quadrado, o que resultou em receita total superior à do contrato anterior, mitigando o efeito negativo da maior vacância física.

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