HGRU11, TRXF11, RBVA11 e CCME11 são destaques do Bom Dia FIIs (18/9)
Os fundos imobiliários HGRU11, TRXF11, RBVA11 e CCME11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (18). Na quinta-feira (17), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.747,47 pontos, com alta de 0,13%, equivalente a um avanço de 4,9 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.742,57 pontos.
Entre os FIIs mais negociados, o MXRF11 movimentou 2,54 milhões de cotas e caiu 0,33%, enquanto o GGRC11 teve volume de 1,32 milhão de cotas negociadas e subiu 0,89%. Na sequência, o SNEL11 movimentou 654,4 mil cotas, com alta de 0,13%; o MCRE1, 494,42 mil cotas, com queda de 1,27%; e o GARE11, 461,58 mil cotas, com avanço de 0,12%.
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IFIX fecha quinta-feira em alta de 0,13%, aos 3.747,47 pontos
HGRU11 mantém dividendo de R$ 0,95 mesmo com resultado abaixo do valor distribuído
TRXF11: FII controlado anuncia venda de R$ 41 milhões e revela lucro por cota; veja quanto
RBVA11 recebe avaliação da Moody’s e tem lucro de R$ 17,5 milhões
CCME11 vê carteira de CRIs render até IPCA + 15,8% com desconto da cota
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
HGRU11 mantém dividendo de R$ 0,95 mesmo com resultado abaixo do valor distribuído
O HGRU11 (Patria Renda Urbana FII) manteve o pagamento de R$ 0,95 por cota após encerrar agosto com resultado distribuível inferior ao rendimento anunciado aos cotistas. O fundo apurou resultado de R$ 0,88 por cota no mês, diante de uma receita total de R$ 1,10 por cota.
A diferença entre o resultado distribuível e o rendimento foi de R$ 0,07 por cota. Agosto marcou o segundo mês consecutivo em que o resultado ficou abaixo dos R$ 0,95 distribuídos pelo FII. Em julho, o resultado havia sido de R$ 0,83 por cota, enquanto o rendimento permaneceu no mesmo patamar.
O relatório de agosto apresenta separadamente o resultado distribuível, de R$ 0,88 por cota, o resultado distribuído, de R$ 0,95 por cota, e a reserva acumulada, de R$ 0,68 por cota. Apesar de continuar abaixo da distribuição, o resultado do HGRU11 avançou de R$ 0,83 por cota em julho para R$ 0,88 em agosto, uma alta de aproximadamente 6% na comparação mensal.
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TRXF11: FII controlado anuncia venda de R$ 41 milhões e revela lucro por cota; veja quanto
O fundo imobiliário TRXB11, controlado pelo TRXF11, concluiu a venda de um imóvel no Setor Bueno, em Goiânia, por R$ 41 milhões, dentro de um plano de desinvestimento em ativos da capital goiana. Como controlador e principal investidor do TRXB11, o TRXF11 deve ser beneficiado de forma indireta pela operação. As negociações de um segundo ativo, no Setor Oeste, seguem em andamento.
A operação concluída envolve o imóvel da Avenida T-5, no Setor Bueno, detido pelo TRXB11 e pela TR2 Empreendimentos Imobiliários. A posse já foi transferida ao comprador, mas o recebimento dos recursos ocorrerá em etapas. Do preço total, R$ 19,39 milhões foram pagos como sinal e início de pagamento.
Uma segunda parcela, de cerca de R$ 1,11 milhão, deverá ser quitada em até cinco dias úteis após a formalização de uma alteração no contrato de locação, para transferir ao comprador a posição de locador. Outros R$ 8,2 milhões serão recebidos em duas parcelas semestrais de R$ 4,1 milhões, corrigidas pelo IPCA, enquanto o saldo de R$ 12,3 milhões deverá ser pago até 16 de março de 2028.
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RBVA11 recebe avaliação da Moody’s e tem lucro de R$ 17,5 milhões
O fundo imobiliário RBVA11 registrou resultado de R$ 17,5 milhões em agosto, equivalente a R$ 0,10 por cota, segundo o relatório gerencial divulgado pela gestão. No período, o fundo manteve a distribuição de R$ 0,09 por cota, em linha com o guidance estabelecido para o segundo semestre de 2026.
A estratégia de manter a distribuição abaixo do resultado mensal busca linearizar os pagamentos ao longo do semestre, já que a gestão prevê a entrada de resultados extraordinários nos próximos meses. Entre os eventos que contribuíram para o desempenho de agosto está o recebimento de R$ 5 milhões referentes ao acordo firmado com o Santander.
O montante está relacionado à desocupação do imóvel de Jundiaí, incluindo multa contratual e indenização. Após a saída do banco, parte do imóvel foi locada para a Geo Cosméticos. O fundo também formalizou a rescisão de um contrato de locação com a Smoov, referente a uma área de apenas 11,70 metros quadrados no empreendimento Pátio Maria Antônia.
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CCME11 vê carteira de CRIs render até IPCA + 15,8% com desconto da cota
O fundo imobiliário CCME11 destacou o potencial de sua carteira de crédito diante do desconto pelo qual suas cotas são negociadas no mercado secundário. Segundo a gestão, considerando o preço de mercado do fundo e não apenas seu valor patrimonial, os CRIs da carteira apresentam taxas implícitas de CDI + 12,5% ao ano e IPCA + 15,8% ao ano, já descontadas as taxas de gestão e administração.
Pelo valor patrimonial, as taxas médias dos títulos são de CDI + 2,6% ao ano e IPCA + 9,8% ao ano. A diferença ocorre porque a cota do CCME11 é negociada com desconto em relação ao valor patrimonial, aumentando, na visão da gestão, a remuneração implícita dos ativos de crédito para quem compra as cotas no mercado secundário.
Em julho, o CCME11 registrou resultado de R$ 6,8 milhões, equivalente a R$ 0,101 por cota. Em 17 de agosto, foram distribuídos R$ 0,086 por cota, mantendo uma reserva de resultados não distribuídos de R$ 8,1 milhões, ou R$ 0,12 por cota.
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