VGHF11, GGRC11, TGAR11 e MAGM11 são destaques do Bom Dia FIIs (3/7)

VGHF11, GGRC11, TGAR11 e MAGM11 são destaques do Bom Dia FIIs (3/7)
VGHF11, GGRC11, TGAR11 e MAGM11 são destaques do Bom Dia FIIs (3/7) (Foto: Pexels/Lucas Pezeta)

Os fundos imobiliários VGHF11, GGRC11, TGAR11 e MAGM11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (3). Na quinta-feira (2), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.833,57 pontos, com alta de 0,18%, avanço de 6,9 pontos em relação ao fechamento anterior, quando o indicador estava em 3.826,67 pontos.

Entre as maiores altas do dia, o SNFF11 (Suno Fundo de Fundos) liderou os ganhos, com valorização de 1,81%, encerrando o pregão cotado a R$ 72,70. No lado das perdas, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) registrou a maior queda, com recuo de 4,43%, terminando o pregão cotado a R$ 22.

Entre os fundos com maior volume no pregão, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou, com volume de R$ 1,58 milhão e queda de 0,1%. Na sequência vieram o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com volume de R$ 1,54 milhão e recuo de 0,92%; o GARE11 (Guardian Logística), com volume de R$ 752,25 mil e alta de 0,37%.

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VGHF11 anuncia novos dividendos para julho; saiba o valor
GGRC11 divulga dividendos com retorno acima de 1% ao mês
FII TGAR11 anuncia dividendos; retorno mensal supera 1,3%
Gestor vê CRIs mais atrativos que imóveis: “Hoje a dívida entrega retorno de equity”

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

VGHF11 anuncia novos dividendos para julho; saiba o valor

O fundo imobiliário VGHF11 confirmou o pagamento de R$ 0,07 por cota em dividendos referente a junho de 2026, valor que já vinha dos dois meses anteriores. Quem tinha cotas no encerramento do pregão de 30 de junho recebe o provento em 7 de julho.

A R$ 6,03, cotação de fechamento de junho, esse pagamento representa um retorno mensal de aproximadamente 1,16%. Para o investidor pessoa física dentro das regras da legislação, os rendimentos do VGHF11 chegam sem desconto de Imposto de Renda. 

Olhando para maio, cujo pagamento foi em junho, o mesmo R$ 0,07 por cota correspondia a uma rentabilidade líquida de 10,9% ao ano, ou IPCA menos 0,7% ao ano, medida sobre a cota patrimonial do fim de abril. No acumulado de 12 meses, até aquele momento, a soma distribuída chegava a R$ 0,92 por cota, o equivalente a 11,3% ao ano líquidos, ou IPCA mais 6,9% ao ano sobre a mesma base.

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GGRC11 divulga dividendos com retorno acima de 1% ao mês; confira o valor

Os detentores do GGRC11 vão receber R$ 0,10 por cota em dividendos referentes a competência de junho de 2026, valor que o fundo repete desde agosto de 2025. 

Para entrar na distribuição, era preciso ter o papel em carteira ao fim do pregão de 1º de julho de 2026, e o depósito chega aos cotistas em 8 de julho. Com a cota cotada a R$ 9,89 no fechamento de junho, o retorno mensal fica em torno de 1,01%. Sobre o pagamento anterior, referente a maio, quando o papel valia R$ 10,15, o mesmo cálculo apontava yield de 0,98%, ou 11,82% na base anual. 

O patrimônio do fundo está distribuído em 38 imóveis, que juntos passam de 786 mil metros quadrados de área bruta locável e abrigam 44 inquilinos, com prazo médio de contratos (WAULT) de 4,06 anos. 

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FII TGAR11 anuncia dividendos; retorno mensal supera 1,3%

O fundo imobiliário TGAR11 anunciou a distribuição de R$ 0,72 por cota em dividendos aos seus cotistas. Terão direito ao pagamento os investidores com posição no fundo ao fim do pregão desta terça-feira (30), data-base para a distribuição dos proventos.

O pagamento será realizado em 14 de julho. Considerando a cotação atual das cotas, o rendimento anunciado corresponde a um dividend yield de 1,33% no período, mantendo o fundo entre os FIIs com maior retorno mensal em dividendos.

A partir de 1º de julho, as cotas do TGAR11 passam a ser negociadas na condição de ex-dividendos. Dessa forma, apenas os investidores posicionados até a data-base terão direito ao recebimento dos rendimentos anunciados. O TGAR11 (TG Ativo Real) registrou em maio um resultado caixa de aproximadamente R$ 17,7 milhões e manteve a distribuição de R$ 0,72 por cota aos investidores.

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Gestor vê CRIs mais atrativos que imóveis: “Hoje a dívida entrega retorno de equity”

Em um cenário de juros elevados e incertezas macroeconômicas, a gestora MAG Investimentos tem concentrado sua estratégia no mercado de crédito imobiliário. Para o gestor Tomaz de Gouvêa, responsável pela área de fundos imobiliários da casa, o momento ainda favorece os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), enquanto investimentos diretos em imóveis seguem em segundo plano.

Segundo o executivo, o atual nível da taxa básica de juros faz com que operações de crédito ofereçam uma relação risco-retorno mais interessante do que a aquisição de ativos imobiliários. “Hoje, um CRI a CDI mais 4% entrega praticamente um retorno de equity. Se consigo esse retorno estando na dívida, não faz sentido assumir mais risco no equity”, afirmou durante entrevista ao Clube FII.

A estratégia é refletida no principal fundo listado da gestora, o MAGM11, cuja carteira permanece concentrada em CRIs, apesar do mandato multiestratégia permitir investimentos em imóveis, ações e cotas de outros fundos imobiliários.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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