A geração de energia fotovoltaica no Brasil cresceu 20,9% na primeira quinzena de setembro, na comparação com o mesmo período de 2025, segundo dados prévios da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O avanço foi o maior entre as fontes analisadas no período e reforça a expansão da energia solar não apenas em capacidade instalada, mas também na produção efetiva de eletricidade — movimento que amplia o mercado em que está inserido o SNEL11.
A geração total do país avançou 1,9% no mesmo intervalo, enquanto a produção hidráulica cresceu 12,2%. Na direção oposta, as fontes térmica e eólica registraram retrações de 12,5% e 14%, respectivamente.
O desempenho da fotovoltaica ganha relevância por ocorrer em um período curto e representar uma expansão significativamente superior à média da geração brasileira. Os números da CCEE consideram dados prévios de medição entre 1º e 15 de setembro de 2026, comparados com o mesmo período do ano anterior.
A evolução mostra que o crescimento da fonte solar vai além da entrada de novas usinas. À medida que os empreendimentos entram em operação e ampliam sua produção, a participação da fotovoltaica na oferta de eletricidade também aumenta.
Esse ambiente é diretamente relacionado à estratégia do SNEL11, que mantém exposição a ativos de geração solar e vem ampliando sua carteira de usinas. O avanço da produção nacional cria um mercado maior para ativos dedicados à geração fotovoltaica.
Produção solar ganha escala no mercado brasileiro
O SNEL11 passou por uma expansão significativa em 2026, após captar aproximadamente R$ 1,01 bilhão em sua quinta emissão de cotas. A estratégia do fundo prevê direcionar os recursos principalmente para a aquisição de usinas solares em operação, ampliando a escala da carteira.
Em setembro, o fundo formalizou a aquisição de 28 projetos de geração distribuída, em uma operação de aproximadamente R$ 565 milhões. Os empreendimentos acrescentaram 116,68 MWp ao portfólio e ampliaram a presença do fundo em diferentes regiões do país.
Com a operação, o SNEL11 passou a reunir 65 projetos, com cerca de 266,1 MWp de capacidade instalada e geração anual estimada em 464,7 mil MWh. A carteira também passou a alcançar 14 estados.
A expansão da carteira ocorre justamente enquanto os dados de geração mostram aumento da utilização da fonte solar no sistema elétrico. Para o fundo, a combinação entre novos ativos e maior produção fotovoltaica amplia sua exposição a um mercado que vem ganhando escala.
O avanço da geração efetiva também é um indicador importante para acompanhar a maturação do setor. Uma maior capacidade instalada precisa ser acompanhada por produção consistente para que a expansão da fonte se traduza em maior participação na oferta de energia.
SNEL11 acompanha avanço da energia fotovoltaica
Os dados da CCEE mostram que a fotovoltaica foi a fonte com maior crescimento percentual entre as principais modalidades analisadas na primeira metade de setembro. O resultado reforça a posição da energia solar entre as tecnologias que vêm aumentando sua participação na geração brasileira.
Para o SNEL11, essa dinâmica encontra correspondência na estratégia de ampliar o número e a capacidade dos projetos da carteira. Ao adquirir usinas já operacionais, o fundo aumenta sua exposição a ativos que participam diretamente da geração de eletricidade.
A expansão também ocorre em um cenário de maior diversificação geográfica da geração distribuída. A presença em diferentes estados permite que os ativos estejam inseridos em mercados regionais distintos, acompanhando a demanda por energia e as condições de cada área de concessão.
Expansão da geração reforça mercado do fundo
A primeira quinzena de setembro também mostrou um cenário de crescimento moderado da geração total, de 1,9%, enquanto a fotovoltaica avançou mais de dez vezes esse percentual. A diferença evidencia o ritmo de expansão da fonte dentro do conjunto de tecnologias que compõem a matriz elétrica.
O resultado ocorre em paralelo à ampliação da infraestrutura solar brasileira, com novas unidades geradoras sendo incorporadas ao sistema. A CCEE informa que os dados de geração considerados no boletim contemplam também novas unidades geradoras modeladas ao longo do mês.
Para o SNEL11, que tem como foco ativos de geração solar, o movimento reforça a relevância de acompanhar não apenas a capacidade instalada, mas também a evolução da energia efetivamente produzida pelas usinas.
Com 20,9% de crescimento da geração fotovoltaica em apenas uma quinzena, a energia solar mantém trajetória de expansão dentro do sistema elétrico brasileiro. O dado se soma ao avanço da carteira do SNEL11, que chegou a 65 projetos e aproximadamente 266,1 MWp de capacidade instalada.
Assim, a evolução da geração solar em setembro adiciona mais um indicador da expansão do mercado fotovoltaico no país. Para o SNEL11, o crescimento da produção efetiva reforça o contexto de mercado no qual o fundo vem ampliando sua exposição a usinas solares operacionais.


