A Bahia aparece entre os três estados brasileiros com maior capacidade instalada de geração solar centralizada em 2026, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR).
O avanço ocorre em meio à forte expansão da fonte no país: a capacidade fotovoltaica brasileira, considerando geração centralizada e distribuída, saltou de 22 MW em 2014 para 68,7 GW em março de 2026, movimento que também amplia o espaço para ativos solares como os presentes no portfólio do SNEL11.
A expansão da geração fotovoltaica na Bahia acompanha as condições favoráveis do estado para a produção de energia solar, especialmente em regiões do interior com elevados níveis de irradiação. O avanço da infraestrutura vem consolidando o estado entre os principais mercados brasileiros para novos projetos.
Esse movimento encontra conexão direta com a carteira do SNEL11, que possui exposição à Bahia por meio de ativos de geração solar. A presença no estado permite ao fundo participar da expansão de uma das regiões que vêm ganhando relevância no desenvolvimento da energia fotovoltaica brasileira.
A Bahia também se destaca pela combinação entre disponibilidade de áreas e potencial de geração, características que favorecem a implantação de empreendimentos solares. Com o crescimento da capacidade instalada nacional, a expansão regional passa a ter papel relevante na diversificação da matriz elétrica.
O crescimento da fonte no estado ocorre dentro de um movimento nacional de rápida expansão. Em pouco mais de uma década, a capacidade fotovoltaica brasileira passou de uma escala de megawatts para 68,7 GW, considerando os segmentos de geração centralizada e distribuída.
SNEL11 avança com nova planta solar e receita previsível
O fundo de infraestrutura SNEL11 anunciou a aquisição da UFV Paramirim, sua estreia operacional em território baiano. Localizado na área de concessão da Coelba (Neoenergia), o ativo possui 5 MW de potência operacional (6,72 MWp) e produção estimada de 12.168 MWh/ano, reforçando a diversificação geográfica do portfólio.
A usina opera em geração distribuída, convertendo energia injetada em créditos para consumidores conectados à mesma rede, o que eleva previsibilidade de receitas e mitiga volatilidade operacional.
Além disso, há contrato de venda com a NUV Energia até janeiro de 2030, alinhando estabilidade de caixa e visibilidade de remuneração aos investidores.
Bahia reforça expansão do portfólio solar
A presença em diferentes regiões também é relevante para fundos de geração distribuída, já que permite construir um portfólio com ativos localizados em mercados distintos. Nesse contexto, a Bahia representa uma das frentes de expansão da energia solar no país.
Com a Bahia entre os principais polos de geração solar centralizada e a capacidade fotovoltaica brasileira alcançando 68,7 GW, o avanço da fonte cria um ambiente de expansão para empreendimentos solares. Para o SNEL11, a exposição ao estado aproxima o fundo desse movimento de crescimento da geração fotovoltaica nacional.
Esse resultado também reforça a relevância da diversificação geográfica para o SNEL11, ao posicionar parte de seu portfólio em um estado que vem ganhando participação na expansão da geração fotovoltaica brasileira. Com o avanço da capacidade instalada e a consolidação de novos polos solares, a Bahia passa a integrar uma frente importante de crescimento para o mercado em que o fundo atua.


