O fundo imobiliário RZAT11 apurou resultado de R$ 4,006 milhões em agosto de 2026, equivalente a R$ 0,95 por cota. No mês, as receitas do fundo alcançaram R$ 4,459 milhões, enquanto as taxas e demais despesas somaram R$ 452,9 mil.

Mesmo com o resultado por cota abaixo do valor distribuído, o fundo imobiliário RZAT11 manteve os dividendos referentes a agosto em R$ 1,00 por cota, pagos aos investidores em setembro. Depois dessa distribuição, permaneceram R$ 0,25 por cota em resultados acumulados.

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Esse montante segue mantido em caixa e poderá ser utilizado em pagamentos futuros. De acordo com a gestão, a manutenção dessa reserva tem como objetivo proporcionar maior estabilidade aos rendimentos em períodos nos quais as variações do IPCA sejam menores.

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Entre janeiro e agosto de 2026, o FII RZAT11 acumulou resultado de R$ 44,815 milhões, correspondente a R$ 10,58 por cota. No mesmo intervalo, os dividendos distribuídos pelo fundo totalizaram R$ 10,50 por cota.

Nos últimos 12 meses, o dividend yield anualizado apresentado pelo fundo RZAT11 foi de 14,75%. O cálculo divulgado pela gestão considera os rendimentos pagos nesse intervalo, a cota patrimonial de R$ 101,55 ao término de agosto e o reinvestimento dos dividendos.

Para setembro e outubro, a projeção apresentada pela gestão indicava distribuições normalizadas entre R$ 0,95 e R$ 1,05 por cota. O valor efetivamente gerado em cada período permanece sujeito, principalmente, ao comportamento do IPCA.

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Carteira do RZAT11 chega a nove imóveis após aquisições em 2026

As informações mais recentes do RZAT11, referentes a agosto, mostram um portfólio formado por nove imóveis, todos ocupados. A carteira também reunia nove locatários e estava distribuída entre propriedades industriais, logísticas e comerciais, com prazo médio remanescente dos contratos de seis anos.

Duas aquisições realizadas em 2026 contribuíram para ampliar o portfólio. A primeira ocorreu em janeiro, quando o fundo imobiliário RZAT11 comprou um imóvel comercial em Goiânia (GO), locado à Rápido Araguaia por meio de um contrato de dez anos.

Em junho, outro ativo passou a integrar a carteira. Localizado em Maringá (PR), o imóvel é ocupado pela Visolux e também possui contrato de locação com duração de dez anos.

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A principal estratégia utilizada pelo FII RZAT11 envolve operações de sale leaseback com opção de recompra. Nesse formato, o fundo adquire propriedades pertencentes a empresas que, depois da transação, permanecem nos imóveis como locatárias.

Os contratos são estruturados para o longo prazo e corrigidos pelo IPCA. Ao mesmo tempo, a estratégia busca adquirir as propriedades com desconto em relação aos respectivos valores de mercado.

Até agosto, o fundo RZAT11 havia desembolsado aproximadamente R$ 375 milhões para adquirir os imóveis da carteira. A avaliação de mercado desses ativos somava cerca de R$ 975 milhões, o que correspondia a um desconto médio de aquisição de 62%.

Além de Rápido Araguaia e Visolux, a base de locatários incluía Cidade Imperial, Aspam, Splice Indústria, Atacadão Dia a Dia, Rede Monte Carlo, Comfrio Logística e Andorinha Transportes. A carteira mantém exposição a diferentes localidades, atividades econômicas e perfis de imóveis como parte da estratégia de diversificação do RZAT11.