O fundo imobiliário BLMG11 anunciou uma nova distribuição de dividendos de R$ 0,39 por cota, referente aos resultados de setembro de 2026. Os valores serão pagos em 15 de outubro aos investidores que atenderam às condições estabelecidas para o recebimento.

Os dividendos do BLMG11 correspondem a um dividend yield (DY) mensal aproximado de 1,15%, calculado sobre a cotação de R$ 33,92 registrada no último pregão de setembro.

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A definição dos beneficiários ocorreu em 7 de outubro de 2026, data de corte da distribuição. Somente os investidores que encerraram aquele pregão com cotas em carteira terão direito ao pagamento.

Consequentemente, as aquisições realizadas a partir de 8 de outubro não permitem participar dessa distribuição específica, embora os novos cotistas possam receber rendimentos futuros conforme as respectivas datas-base.

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Os dividendos do FII BLMG11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos previstos na legislação brasileira.

Com a confirmação dos novos proventos, o fundo BLMG11 realizará o pagamento de outubro considerando a quantidade de cotas detidas por cada investidor elegível no encerramento da data de corte.

BLMG11 zera endividamento e avança na recompra de cotas

As últimas informações operacionais divulgadas pelo BLMG11, referentes a agosto de 2026, destacam a conclusão do processo de desalavancagem e a continuidade das aquisições de cotas de sua própria emissão.

A redução do endividamento começou em outubro de 2022, quando as obrigações financeiras representavam aproximadamente 67% dos ativos. Após sucessivas medidas de reorganização financeira, a gestão informou que esse indicador foi reduzido a zero.

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O encerramento desse ciclo representa uma mudança na estrutura de capital do fundo imobiliário BLMG11, que deixou de apresentar o nível de alavancagem registrado no início do processo.

Paralelamente, a administração manteve em andamento o programa de recompra de cotas no mercado secundário.

Até o encerramento de agosto, o BLMG11 havia adquirido aproximadamente 220 mil cotas, com investimentos acumulados superiores a R$ 7 milhões.

Parte das cotas recompradas já havia sido cancelada, enquanto as demais permaneciam sujeitas aos procedimentos necessários para sua exclusão definitiva de circulação, conforme informou o BLMG11 em relatório.