O fundo imobiliário VIOL11 encerrou uma nova operação de captação que movimentou R$ 201,59 milhões, por meio da colocação de 2.015.910 cotas entre investidores. A conclusão da oferta foi formalizada em comunicado divulgado em 14 de outubro de 2026.
A emissão foi estruturada em duas subclasses, ambas com preço de subscrição fixado em R$ 100,00 por cota. O prazo para adesão dos investidores terminou em 9 de outubro, cinco dias antes da publicação do anúncio de encerramento.
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A maior parte dos recursos foi obtida com a segunda emissão da subclasse A, identificada pelo código de negociação VIOL11 na B3. Essa parcela reuniu 1.480.900 cotas do fundo imobiliário e movimentou R$ 148,09 milhões.
A primeira emissão da subclasse B, por sua vez, respondeu pela distribuição de 535.010 cotas, correspondentes a R$ 53,50 milhões.
Além da quantidade originalmente prevista, a operação contou com a colocação de 15.910 cotas adicionais, equivalentes a 0,79% do volume inicial.
O acréscimo ocorreu por meio do exercício parcial da opção de lote adicional, que autorizava a ampliação da oferta em até 25%, sem alteração das condições de emissão.
Com isso, o fundo imobiliário VIOL11 concluiu a distribuição das 2.015.910 cotas informadas no comunicado oficial.
Pessoas físicas concentram maior parte das subscrições do fundo imobiliário
A distribuição das cotas do fundo imobiliário apresentou predominância de investidores pessoas físicas, tanto na subclasse A quanto na subclasse B.
Na segunda emissão da subclasse A, 228 pessoas físicas participaram da oferta e subscreveram, conjuntamente, 1.060.900 cotas.
Esse grupo respondeu pela maior parte dos títulos colocados nessa categoria, que também recebeu investimentos de pessoas jurídicas e de um fundo de investimento.
Três investidores classificados como pessoas jurídicas adquiriram 320 mil cotas, enquanto um fundo de investimento subscreveu outras 100 mil unidades.
Somados, os diferentes perfis representaram 232 subscritores na subclasse A do FII VIOL11.
A composição da subclasse B foi diferente, uma vez que toda a distribuição ficou concentrada em pessoas físicas.
Nesse caso, 86 investidores subscreveram as 535.010 cotas emitidas do fundo imobiliário, sem participação de instituições financeiras, fundos de investimento ou pessoas jurídicas.

