O VISC11, fundo imobiliário da Vinci voltado ao segmento de shopping centers, encerrou o pregão em alta de 0,22%, cotado a R$ 113,75, nesta quinta-feira.

O volume financeiro negociado do VISC11 chegou a R$ 15,9 milhões.

Para os próximos meses, o VISC11 prevê distribuir entre R$ 0,84 e R$ 0,90 por cota até dezembro de 2026.

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Em setembro, o resultado gerado foi superior ao valor distribuído: enquanto o fundo apurou R$ 0,99 por cota, o pagamento aos investidores ficou em R$ 0,84. Com isso, a reserva acumulada do próprio VISC11 chegou a R$ 0,96 por cota.

Cota do VISC11 sobe em setembro e fundo mantém liquidez

Na bolsa, a cota ajustada do VISC11 encerrou setembro a R$ 102,16, com valorização de 0,2% no mês. Considerando também os rendimentos distribuídos, o retorno total mensal foi de 1%, superando em 1,2 ponto percentual a rentabilidade do IFIX no período.

Desde o IPO, o fundo acumula retorno total bruto de 117,2%, ante 68,7% do IFIX. Para investidores pessoa física, a gestão estima retorno total líquido de 116,8% no mesmo intervalo, equivalente a 116,8% do CDI líquido, conforme a metodologia apresentada no relatório.

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O VISC11 encerrou setembro com 346.772 cotistas e valor de mercado próximo de R$ 3 bilhões. O volume médio diário negociado na B3 foi de R$ 7,4 milhões, equivalente a um giro de 5% das cotas do fundo durante o mês.

BTG Pactual recomenda aumento de posição em VISC11; entenda o racional

O fundo imobiliário VISC11 ganhou espaço na carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual para outubro, em um movimento que reforça a preferência do banco pelo fundo de shopping centers. A participação do veículo foi elevada em 2 pontos percentuais, para 6%, enquanto o HGBS11 deixou a seleção e as posições em RBRY11 e BRCO11 foram reduzidas.

Segundo a tese de investimentos do BTG, a escolha pelo VISC11 está relacionada ao potencial de retorno e à capacidade de geração de renda recorrente do fundo. Na carteira recomendada, o VISC11 aparece com preço de R$ 103 por cota, P/VP de 0,89x, liquidez média de aproximadamente R$ 5,5 milhões e dividend yield anualizado de 9,8%.

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A mudança ocorre em meio a um ajuste específico na exposição do portfólio ao segmento de shopping centers. O BTG afirma que o HGBS11 já possuía menor representatividade na carteira e acabou retirado diante da decisão de reduzir a quantidade de fundos do segmento.

Com isso, a instituição priorizou o VISC11, considerado mais interessante neste momento em função da combinação entre retorno potencial e geração de renda.

A tese também destaca a escala e a diversificação do VISC11. O fundo possui participação em dezenas de empreendimentos, cerca de 310 mil metros quadrados de ABL própria e ampla diversificação geográfica e entre administradoras. Para o BTG, essa combinação permite ao fundo capturar diferentes oportunidades no mercado de shopping centers e reduzir a dependência de um único ativo ou região.

Outro ponto central da estratégia é a gestão ativa do portfólio. Na visão do banco, as aquisições e a reciclagem de ativos podem gerar ganhos de capital e, ao mesmo tempo, reforçar o caixa do fundo. Essa dinâmica aumenta a flexibilidade financeira do VISC11 e pode contribuir para sustentar e elevar o patamar de rendimentos ao longo do tempo.