O fundo imobiliário RBIR11 anunciou que pagará uma nova amortização extraordinária, no valor de R$ 10,5 milhões que será destinado aos cotistas. 

O valor da amortização do fundo imobiliário RBIR11 corresponde a R$ 6,868963081 por cota e será destinado aos investidores que tinham cotas do fundo em 31 de março de 2026, que é a data de corte definida no aviso aos cotistas.

A gestora aprovou a amortização parcial de capital, que é uma operação que reduz o patrimônio do RBIR11, mas não altera a quantidade de cotas já existentes.

A administradora também informou que o prazo para envio do custo médio unitário de aquisição das cotas foi prorrogado pela segunda vez, em razão da baixa participação dos cotistas no procedimento.

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Esse envio é necessário para garantir o tratamento fiscal adequado da amortização de principal. O prazo começou em 2 de abril de 2026 e seguirá aberto até 5 de junho de 2026.

Depois disso, a administradora fará a apuração das informações enviadas entre 8 e 12 de junho de 2026. Já os cotistas do fundo imobiliário RBIR11 que tiverem formulários devolvidos poderão corrigir os dados entre 8 e 16 de junho de 2026.

Concluídas essas etapas, o pagamento da amortização extraordinária do RBIR11 está previsto para 19 de junho de 2026.

Como funciona o fundo imobiliário RBIR11?

Cabe lembrar que o fundo imobiliário RBIR11 entrou em uma nova fase após concluir seu ciclo de alocação em fevereiro de 2022. 

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Naquele momento, o portfólio do FII passou a contar com 16 empreendimentos, marcando o encerramento do período destinado aos investimentos em projetos residenciais.

Pelo regulamento, o FII RBIR11 tem prazo de duração determinado de 72 meses, contados a partir de fevereiro de 2020, quando teve início. 

Esse período total é dividido em duas etapas principais: os dois primeiros anos são voltados à realização dos investimentos, enquanto os quatro anos seguintes são direcionados à maturação dos empreendimentos.

É nessa segunda etapa que ocorre o processo de desinvestimento das operações, com a consequente devolução do capital aplicado ao fundo. Por isso, a estratégia do RBIR11 já prevê que os retornos aos cotistas não aconteçam de forma linear ao longo de toda a vida do fundo.

Durante os dois primeiros anos, como os recursos estavam sendo direcionados à formação do portfólio e ao desenvolvimento dos projetos, é natural que o fundo imobiliário não tenha realizado distribuições de rendimentos ou amortizações aos investidores.