IFIX recua 0,12% e fecha segunda-feira aos 3.737,17 pontos

IFIX recua 0,12% e fecha segunda-feira aos 3.737,17 pontos
IFIX recua 0,12% e fecha segunda-feira aos 3.737,17 pontos (Foto: Inteligência Artificial)

O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (28) aos 3.737,17 pontos, com queda de 0,12%, equivalente a um recuo de 4,40 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.741,57 pontos.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários atingiu a máxima de 3.743,38 pontos e a mínima de 3.729,30 pontos. A abertura ocorreu aos 3.741,57 pontos, mesmo nível do fechamento anterior.

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MXRF11lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) liderou, com 2,13 milhões de cotas negociadas e queda de 0,22%. Na sequência, o CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) movimentou 1,88 milhão de cotas e recuou 0,4%, enquanto o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) teve 1,36 milhão de cotas negociadas e caiu 0,45%.

O CPSH11 (Capitania Shoppings Fundo de Investimento Imobiliário) registrou 864,07 mil cotas negociadas e baixa de 0,10%, e o SNEL11 (Fundo de Investimento Imobiliário Suno Energias Limpas) somou 767,82 mil cotas negociadas, com queda de 0,62%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O AJFI11 (AJ Malls FII) registrou a maior alta do pregão, com valorização de 2,45%. A cota avançou R$ 0,2 e encerrou as negociações a R$ 8,35.

Na segunda posição entre as altas, o PMIS11 (Paramis Hedge Fund FI Imobiliário) subiu 2,01%, equivalente a R$ 0,15, com preço de fechamento de R$ 7,62.

Entre as quedas, o BROF11 (FII BRPR Corporate Offices) apresentou a maior baixa do dia, com recuo de 1,97%. A cota caiu R$ 1,20 e terminou o pregão a R$ 60,15.

O BTCI11 (FII BTG CRI) teve a segunda maior queda, de 1,87%, equivalente a R$ 0,16, e encerrou as negociações cotado a R$ 8,51.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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