O SNCI11 e o SNFF11 ficaram entre os destaques da Suno no segundo pregão após o primeiro turno das eleições. O SNCI11 encerrou a terça-feira em alta de 2,57%, a R$ 85,15 por cota, com R$ 377 mil movimentados. Já o SNFF11 avançou 3,25%, aos R$ 73,64, com volume financeiro de R$ 331 mil.

Os dois fundos superaram a alta de 2,26% do IFIX, que fechou a sessão aos 3.908,78 pontos. O movimento marcou a segunda sessão consecutiva de valorização do índice no pós-primeiro turno, em um ambiente de fechamento dos juros longos e reprecificação dos ativos brasileiros.

No caso do SNCI11, a alta de 2,57% colocou o fundo entre os melhores desempenhos da gestora na sessão. O volume de R$ 377 mil acompanhou a valorização da cota, enquanto o fundo segue negociado abaixo do valor patrimonial — indicador que ajuda a explicar a sensibilidade do ativo a movimentos de recuperação dos FIIs.

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Já o SNFF11 teve uma alta ainda mais expressiva, de 3,25%, superando em quase 1 ponto percentual o avanço do IFIX. O volume de R$ 331 mil ficou abaixo do registrado pelo SNCI11, mas acompanhou a forte valorização da cota. Dados históricos de mercado confirmam o fechamento do SNFF11 a R$ 73,64 e o giro de R$ 331 mil na sessão de 6 de outubro.

SNFF11 lucra R$ 2,97 milhões e tem dividendos de 12,49% ao ano

O fundo imobiliário SNFF11 registrou resultado de R$ 2,97 milhões em julho de 2026, com resultado distribuível de R$ 0,74 por cota. No período, o fundo provisionou R$ 0,72 por cota, valor que foi pago aos investidores em 25 de agosto.

O rendimento corresponde a um dividend yield anualizado de 12,49%, considerando a distribuição de julho. Ao final do mês, a cota do fundo era negociada a R$ 73,03, enquanto o valor patrimonial estava em R$ 84,01, resultando em um P/VP de 0,87 vez. O SNFF11 encerrou o período com 59 FIIs em carteira.

A gestão também informou que o fundo mantinha R$ 0,19 por cota em reserva acumulada distribuível. Na composição do patrimônio, o portfólio estava alocado em 89,4% em FIIs, 7,9% em caixa e 2,7% em ações.

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Entre as movimentações realizadas em julho, o SNFF11 concluiu a venda da posição em GGRC11, recebida após a liquidação do RLGX11. A operação gerou R$ 311 mil em ganho de capital, equivalente a R$ 0,077 por cota, e foi a principal responsável pelo resultado positivo nessa frente.

O fundo também encerrou a posição vendida (short) em HGLG11, operação que havia sido estruturada diante da pressão vendedora sobre o FII após a consolidação do portfólio do PATL11 e a realização de uma oferta. A recompra gerou R$ 32 mil, ou R$ 0,008 por cota.

No consolidado, as operações realizadas ao longo do mês resultaram em R$ 337 mil de ganho de capital bruto, equivalente a aproximadamente R$ 0,08 por cota. Segundo a gestão, o resultado reforça a estratégia de gestão ativa adotada pelo fundo e a busca por retornos adicionais por meio de operações estruturadas.

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SNCI11 compra R$ 34,5 milhões em ativos e encontra operações a CDI + 6%

O SNCI11 manteve distribuição de R$ 1,00 por cota dentro do guidance estabelecido para o terceiro trimestre de 2026. O resultado por cota foi de R$ 1,37, enquanto a reserva acumulada avançou para R$ 0,46 por cota.

Com a distribuição, o dividend yield anualizado do fundo ficou em 14,73%, considerando a cota de mercado de R$ 81,48 no fim do período. O SNCI11 encerrou agosto negociado a 0,85 vez o valor patrimonial (P/VP), com cota patrimonial de R$ 95,38.

O desempenho da cota, no entanto, foi negativo no mês. O SNCI11 recuou 3,36% em agosto, queda superior à do IFIX, que perdeu 1,46% no período. A desvalorização acompanhou a reprecificação observada entre os fundos de recebíveis diante da abertura da curva de juros ao longo do mês.

No lado operacional, o fundo manteve uma posição de crédito líquido. A alavancagem líquida encerrou agosto em -2,90% do patrimônio líquido, enquanto o caixa somava R$ 22,7 milhões, equivalente a 5,7% do PL. Nas operações compromissadas, o fundo apresentava posição credora líquida de R$ 11,6 milhões.