O fundo imobiliário SNME11 alcançou a marca de 10 mil cotistas, ampliando sua base de investidores em aproximadamente 151% em um ano.

No mesmo período do ano passado, o fundo contava com 3.984 cotistas, o que representa um acréscimo de 6.016 investidores até a marca atual.

O avanço ocorre em um momento de mudanças na estratégia do fundo, que iniciou sua terceira emissão de cotas em meio a um processo de consolidação que também envolve o SNFF11 e o KISU11. A operação faz parte dos movimentos recentes relacionados à estrutura e ao desenvolvimento do veículo.

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Em agosto, o SNME11 encerrou o mês com yield médio de 19,27% nos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) da carteira e duration de apenas 0,1 ano. Na composição patrimonial, os fundos imobiliários representavam 66,5% do patrimônio líquido, enquanto os CRIs correspondiam a 6,9% e o caixa, a 26,3%.

O resultado patrimonial total do fundo foi de -0,29% em agosto, desempenho superior ao registrado pelo IFIX, que recuou 1,46% no mesmo período. Desde setembro de 2023, o SNME11 acumula alfa de 8,28% sobre o IPCA + Yield IMA-B e de 30,75% em relação ao IFIX, segundo os dados divulgados pela gestão.

SNME passa por 3° emissão de cotas

Um dos destaques recentes do fundo foi o início da 3ª emissão de cotas do SNME11, movimento relacionado à estratégia de consolidação envolvendo também o SNFF11 e o KISU11.

A carteira encerrou agosto com yield médio dos CRIs de 19,27% e duration de apenas 0,1 ano. Na composição patrimonial, os FIIs representavam 66,5% do patrimônio líquido, enquanto os CRIs respondiam por 6,9% e o caixa por 26,3%.

O resultado total patrimonial do SNME11 ficou em -0,29% em agosto, desempenho superior ao -1,46% registrado pelo IFIX no mesmo período. Desde setembro de 2023, o fundo acumula alfa de 8,28% sobre o IPCA + Yield IMA-B e de 30,75% em relação ao IFIX, segundo os dados divulgados pela gestão.

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Caixa de 26% abre espaço para novas oportunidades

A elevada posição de liquidez foi uma das principais características da carteira em agosto. O SNME11 encerrou o mês com aproximadamente 26% do patrimônio líquido em caixa, estratégia que, segundo a gestão, ajudou a proteger o patrimônio durante um período de maior volatilidade nos preços tanto dos ativos de crédito quanto dos investimentos em renda variável.

A gestão afirmou que pretende direcionar esses recursos para oportunidades que apresentem margem de segurança, potencial de retorno e carrego considerado adequado.

Enquanto não são realizadas novas alocações, o caixa permanece remunerado pelas taxas de juros, preservando também a liquidez necessária para eventuais oportunidades.

O fundo também realizou uma nova tranche de sua estratégia de arbitragem envolvendo o HGRU11, operação que gerou R$ 129,8 mil em ganho de capital em agosto, equivalente a R$ 0,0174 por cota. No segundo semestre, a estratégia acumulava aproximadamente R$ 183 mil em ganhos, segundo o relatório.