O fundo imobiliário SNFF11 confirmou a distribuição de R$ 0,72 por cota em dividendos no próximo dia 25 de agosto de 2025, alcançando seu 11º mês consecutivo mantendo esse mesmo patamar de dividendos.

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Para receber os rendimentos do SNFF11, era necessário deter cotas do fundo até o fechamento do pregão de 15 de agosto.

O resultado distribuível de junho foi de R$ 0,68 por cota, mas o fundo optou por manter o valor da distribuição, utilizando parte da reserva acumulada, que ao fim do mês somava cerca de R$ 0,49 por cota.

Com a cotação de R$ 69,12 registrada no encerramento de julho, o retorno mensal com dividendos foi de 1,0416%.

Considerando os últimos 12 meses, o fundo distribuiu R$ 8,92 por cota, enquanto a média mensal de pagamentos ao longo dos últimos dois anos ficou em R$ 0,778.

Os proventos agora anunciados têm como referência os resultados do FII SNFF11 em julho, que ainda não foram divulgados.

Dividendos e resultados do SNFF11 em junho

No mês de junho, o desempenho patrimonial do SNFF11 mostrou alta de 0,60%, levemente abaixo do avanço de 0,63% registrado pelo IFIX. Desde sua estreia, em maio de 2021, o fundo imobiliário SNFF11 acumula um alpha de 6,98%, superando o índice em 135%.

Grande parte do resultado no mês veio da receita de R$ 2,9 milhões obtida com os FIIs da carteira. Complementando a geração de receita, os dividendos de ações investidas contribuíram com R$ 15 mil, enquanto os rendimentos de renda fixa vinculados ao caixa somaram R$ 208 mil.

Por outro lado, operações realizadas no mês pelo fundo SNFF11 geraram uma perda contábil de aproximadamente R$ 245 mil. Cerca de 9% do portfólio está alocado em fundos de desenvolvimento com foco nos segmentos logístico, corporativo, residencial e hoteleiro.

Segundo a gestão, esse tipo de ativo apresenta um fluxo de caixa em formato de “Curva J”, com investimentos iniciais elevados e retorno positivo no longo prazo, além de baixa liquidez no curto prazo.

Por essa característica, é comum que essa parcela do portfólio do SNFF11 apresente, pontualmente, retorno abaixo do IFIX em momentos de valorização do índice.