SNID11 sobe 2,12% e supera R$ 10 por cota no pregão
O FI-Infra SNID11 registra uma das maiores altas entre os fundos da Suno Asset nesta quarta-feira (19). A cota avançou 2,12%, a R$ 10,10, de acordo com os dados do pregão, enquanto o volume financeiro negociado estava em aproximadamente R$ 155 mil.
Durante a sessão, o fundo chegou a marcar R$ 9,73 de mínima, antes de avançar para o patamar acima dos R$ 10. O movimento ocorre após o SNID11 já ter apresentado valorização relevante nos últimos meses; em 10 de agosto, por exemplo, o fundo havia encerrado o pregão com alta de 0,19%, acumulando valorização superior a 16% em 12 meses naquele momento.
O SNID11 é um fundo de infraestrutura voltado principalmente para debêntures incentivadas, com exposição a setores como energia elétrica, saneamento, rodovias e telecomunicações. A carteira busca combinar geração de renda com valorização patrimonial.
Últimos dividendos do SNID11
FI-Infra SNID11 anunciou a distribuição de R$ 0,11 por cota em rendimentos aos investidores. O pagamento está previsto para 25 de agosto de 2026, enquanto a data-base foi definida para 14 de agosto.
Considerando a cotação de fechamento de R$ 10,48, o provento representa um dividend yield de aproximadamente 1,05% sobre o valor de mercado da cota.
Terão direito ao rendimento os investidores que mantiveram posição no fundo até a data-base estabelecida. O SNID11 vem mantendo uma política de distribuição recorrente: o fundo também pagou R$ 0,11 por cota em julho, enquanto nos meses anteriores os valores chegaram a R$ 0,12 e R$ 0,13 por cota.
O SNID11 é um FI-Infra, com carteira voltada principalmente a títulos de crédito ligados a projetos de infraestrutura. Segundo informações divulgadas anteriormente pela gestora, a carteira é majoritariamente composta por debêntures incentivadas.
Os rendimentos distribuídos pelo SNID11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação tributária.
FI-Infra atinge máxima histórica de retorno total
Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%, enquanto o IFIX apresentou variação negativa no mesmo pregão, segundo comunicação da gestora.
Pelos dados da gestão, o retorno total acumulado desde o início das operações já supera 73%, patamar que consolida desempenho acima dos principais índices de renda fixa e infraestrutura acompanhados pelo mercado. A comparação considera a métrica que agrega a variação das cotas e todos os proventos distribuídos no período, oferecendo uma leitura abrangente da evolução do investimento.