Os investidores do fundo imobiliário HGLG11 que tem direito à distribuição do mês receberão R$ 1,17 por cota em 15 de outubro de 2026.  

A data-base dos dividendos do HGLG11 foi 30 de setembro. Dessa forma, participam do pagamento os cotistas posicionados no encerramento daquele pregão, enquanto aquisições posteriores de cotas ficam fora da distribuição.

O valor pago representou um dividend yield mensal de aproximadamente 0,79%, considerando a cotação de referência de R$ 147,95.

Os rendimentos do HGLG11 foram isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atenderam aos requisitos previstos na legislação aplicável aos fundos imobiliários.

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HGLG11 encerra agosto com 41 imóveis

Nas informações mais recentes sobre o portfólio, referentes a agosto, o fundo imobiliário HGLG11 apresentava 41 imóveis e 188 locatários.

A carteira somava aproximadamente 2,275 milhões de metros quadrados de ABL, com vacância física de 2,9%. O WALE, indicador que mede o prazo médio remanescente dos contratos, estava em 4,1 anos.

Entre as mudanças de ocupação, a Repassa entrou no CLE, enquanto a PMLog deixou o empreendimento. No ativo São José, a Newelog passou a integrar a base de locatários. Já a Clubbi desocupou uma área em Duque de Caxias.

O FII HGLG11 também acompanhava desocupações previstas para janeiro de 2027. Estavam programadas as saídas da Cargill e da Hospcom, em Goiânia, e do Boticário no HGLG Serra.

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Considerando esses movimentos, a projeção apresentada no relatório indicava vacância física de 3,6%.

Fundo negocia ocupação de áreas disponíveis

Em paralelo às saídas previstas, a gestão mantinha negociações para ocupar espaços disponíveis na carteira.

O CLE vinha registrando visitas e absorção de áreas. Em Duque de Caxias, as tratativas envolvendo o último módulo disponível estavam em estágio avançado, enquanto uma potencial nova locação em Itatiaia também avançava.

Os imóveis de Extrema e Osasco continuavam recebendo visitas de interessados. A agenda comercial incluía ainda processos de renovação e revisão contratual, além da estratégia de reciclagem do portfólio.

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Obras avançam no HGLG Itupeva G400

Outra frente acompanhada pelo fundo HGLG11 em agosto envolvia os projetos em desenvolvimento.

No HGLG Itupeva G400, a primeira etapa das obras foi concluída durante o mês. A área foi então disponibilizada para que o locatário iniciasse a implantação do layout interno.

O empreendimento apresentava avanço físico consolidado de 86,8%, com a segunda fase prevista para novembro. O galpão possui 52,2 mil metros quadrados de ABL e contrato para ocupação integral pelo Mercado Livre.

Já o HGLG Simões Filho G200 alcançou 12% de avanço físico. As chuvas durante a execução interferiram no cronograma originalmente considerado, e as partes ainda trabalhavam na definição de uma nova data para conclusão.

Essas eram as principais atualizações operacionais divulgadas pelo HGLG11, que pagou em setembro os dividendos referentes aos resultados de agosto.