Os fundos imobiliários TRXF11, SNEL11, EXES11 e PPEI11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (30). Na terça-feira (29), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.740,56 pontos, com alta de 0,09%. O avanço foi de 3,39 pontos em relação ao fechamento anterior.
Entre os FIIs mais negociados, o MXRF11 teve 1,66 milhão de cotas negociadas e subiu 0,22%. O GGRC11 movimentou 1,09 milhão de cotas e caiu 0,22%, enquanto o CPTS11 registrou 1,02 milhão de cotas negociadas e avançou 1,08%. Completam a lista o GARE11, com 785,68 mil cotas negociadas e alta de 0,12%, e o KNSC11, com 599,77 mil cotas negociadas e alta de 0,33%.
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IFIX fecha terça-feira em alta de 0,09% e recupera os 3.740 pontos
TRXF11 vende 15 imóveis por R$ 207 milhões e estima lucro de R$ 0,51 por cota
SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3
EXES11 finaliza oferta milionária e triplica número de cotistas; veja os valores
PPEI11 eleva receita em 4,2% com geração maior e reajuste pelo IPCA
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
TRXF11 vende 15 imóveis por R$ 207 milhões e estima lucro de R$ 0,51 por cota
O TRXF11 concluiu a venda de 15 imóveis por R$ 207,25 milhões e estima obter com a operação um lucro equivalente a aproximadamente R$ 0,51 por cota. A transação foi realizada com o BRC Renda Urbana — Fundo de Investimento Imobiliário. Os documentos definitivos foram assinados em 28 de setembro, data em que também ocorreu a transferência da posse dos imóveis ao comprador.
A negociação dá sequência à proposta celebrada em 10 de junho, que estabeleceu os principais termos e condições para a potencial venda dos ativos. Na ocasião, o BRC recebeu um período de exclusividade de 60 dias para realizar as análises necessárias à confirmação da viabilidade da aquisição.
Dos 15 imóveis envolvidos na transação, 11 são identificados no fato relevante como ativos locados à Caixa Econômica Federal. O portfólio também inclui um imóvel ocupado por Americanas e Dasa, no Rio de Janeiro, duas unidades do Extra e o Stripmall Grande Center, em São Luís (MA).
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SNEL11 celebra captação de R$ 1 bilhão com abertura do pregão na B3
A Suno Asset participou nesta terça-feira (29) da abertura do pregão da B3 para celebrar a 5ª emissão de cotas do fundo imobiliário SNEL11, que captou aproximadamente R$ 1,01 bilhão. Foi a primeira vez que uma oferta da gestora superou a marca de R$ 1 bilhão. Voltado à geração distribuída de energia solar, o SNEL11 chegou ao evento com patrimônio líquido de R$ 1,89 bilhão e mais de 140 mil cotistas. A gestora também informou que o fundo registra dividend yield de 15,38% ao ano.
Vitor Duarte, CIO da Suno Asset, destacou a evolução do SNEL11. O fundo reduziu sua exposição ao desenvolvimento de projetos e passou a priorizar usinas prontas e em operação: “O SNEL11 começou como um fundo pequeno, fazendo obra. Com o tempo, a gente foi dando uma ‘cara’ para ele menos arriscada, menos com risco de atraso de obra, que talvez seja o maior problema desse segmento. Então, desde a terceira oferta, a gente vem alocando capital em usinas já performadas, em usinas já prontas.”
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EXES11 finaliza oferta milionária e triplica número de cotistas; veja os valores
A oferta secundária do fundo imobiliário EXES11 foi liquidada na última quarta-feira (23) com volume distribuído de R$ 56,1 milhões, informou a Éxes Gestora de Recursos. O EXES11, fundo de papel gerido pela casa, ofertou volume base de R$ 56 milhões e registrou R$ 103 mil em lote adicional. A oferta teve período de reserva entre 4 e 16 de setembro, com preço de R$ 9,50 por cota — deságio de 1,82% sobre a cota patrimonial de 31 de julho de 2026, conforme os documentos da operação.
Por se tratar de distribuição secundária, não houve emissão de novas cotas: as cotas negociadas já pertenciam a um fundo cotista, e os custos foram integralmente suportados pelo ofertante, sem impacto no patrimônio do fundo. Segundo a gestora, o objetivo central da operação era ampliar a base de cotistas e fomentar a liquidez das cotas no mercado secundário. Há cerca de um ano, o fundo somava aproximadamente 1.000 cotistas.
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PPEI11 eleva receita em 4,2% com geração maior e reajuste pelo IPCA
O fundo Prisma Proton Energia (PPEI11) registrou 31,9 MW médios de geração de energia em agosto, alta de 2,8% em relação ao mesmo mês de 2025, em um momento em que os quatro parques solares do portfólio seguem apresentando produção acima dos volumes contratados. A disponibilidade média dos ativos também permaneceu elevada, entre 99,6% e 99,9%, acima da meta de 99% utilizada para fins de certificação da produção de energia de P50.
Apesar dos números positivos, o mês marcou um novo ponto de atenção para o fundo. Em agosto, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) acionou pela primeira vez o Plano Emergencial de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição para duas usinas do portfólio do PPEI11. A medida atingiu parcialmente as usinas Esmeralda e Sobrado, que tiveram o escoamento da energia restringido entre 11h e 13h do dia 23 de agosto. Segundo o fundo, o volume de energia sujeito ao corte foi estimado em 59,51 MWh, com impacto financeiro de aproximadamente R$ 29,3 mil.
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