O SNID11 encerrou o segundo pregão após o primeiro turno em alta de 2,46%, aos R$ 10,42 por cota. O fundo movimentou R$ 48,2 mil durante a sessão.
A valorização veio acima do desempenho do IFIX, que avançou 2,26% na terça-feira. O mercado continuou repercutindo o resultado eleitoral e, principalmente, a queda dos juros longos, movimento que tende a favorecer ativos ligados à economia doméstica e fundos imobiliários.
O desempenho do SNID11 também ocorre em meio à perspectiva positiva para investimentos em infraestrutura, tema que vinha sendo apontado como um dos fatores de sustentação da tese do fundo. A alta, portanto, combinou o movimento macro dos FIIs com a expectativa positiva para o setor de infraestrutura.
Qual a tese do FI-Infra?
O SNID11 é um FI-Infra, com carteira voltada principalmente a títulos de crédito ligados a projetos de infraestrutura. Segundo informações divulgadas anteriormente pela gestora, a carteira é majoritariamente composta por debêntures incentivadas.
Os rendimentos distribuídos pelo SNID11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que sejam atendidos os requisitos previstos na legislação tributária.
SNID11 atinge máxima histórica de retorno total
Nas últimas semanas, o fundo alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%, enquanto o IFIX apresentou variação negativa no mesmo pregão, segundo comunicação da gestora.
Pelos dados da gestão, o retorno total acumulado desde o início das operações já supera 73%, patamar que consolida desempenho acima dos principais índices de renda fixa e infraestrutura acompanhados pelo mercado. A comparação considera a métrica que agrega a variação das cotas e todos os proventos distribuídos no período, oferecendo uma leitura abrangente da evolução do investimento.
O uso de total return é prática difundida para mensurar o resultado efetivo de fundos com distribuição recorrente. A metodologia incorpora o efeito dos rendimentos pagos ao longo do tempo, o que permite capturar com maior precisão a geração de valor do ativo, especialmente em estratégias que priorizam fluxo de caixa periódico.

