Os investidores do BTHF11 que encerraram o pregão de 7 de outubro de 2026 com cotas em carteira terão direito à nova distribuição de rendimentos do fundo imobiliário. 

O pagamento está previsto para 15 de outubro, no valor de R$ 0,101 por cota, referente aos resultados de setembro.

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A remuneração anunciada corresponde a um dividend yield mensal estimado em 1,16%, tomando como referência a cotação de R$ 8,69 registrada no fechamento de setembro.

Com a definição da data-base, as cotas adquiridas a partir de 8 de outubro não dão direito aos dividendos deste mês. 

Esses investidores poderão participar das próximas distribuições, desde que atendam às condições estabelecidas nos respectivos anúncios.

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O fundo imobiliário BTHF11 manteve o mesmo valor por cota da distribuição anterior, preservando o patamar de rendimentos destinado aos investidores.

Para os cotistas elegíveis, o crédito será realizado na data programada. Os dividendos do BTHF11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que cumpram os requisitos legais.

Assim, o fundo BTHF11 dará continuidade aos pagamentos mensais com uma distribuição que representa retorno superior a 1% sobre o preço de mercado utilizado como referência.

BTHF11 realiza negociações e mantém maior exposição a FIIs de tijolo

O relatório gerencial de setembro de 2026 apresentou movimentações na carteira do FII BTHF11, incluindo aproximadamente R$ 25 milhões negociados no mercado secundário. As operações contribuíram para uma recomposição líquida de caixa de R$ 15,8 milhões.

Parte dessas negociações envolveu a compra de cotas de fundos de recebíveis imobiliários que apresentavam descontos em relação aos respectivos valores patrimoniais, segundo a avaliação da gestão.

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Outra movimentação foi a participação do fundo BTHF11 na emissão subsequente de cotas do URPR11. A administração considerou que a entrada de novos recursos poderia contribuir para a conclusão de projetos imobiliários e favorecer a recuperação do valor dos investimentos mantidos pelo fundo.

Na composição do portfólio, os FIIs de tijolo representavam 43% dos recursos, mantendo a maior participação entre as classes de ativos. Os FIIs de papel respondiam por 24%, enquanto os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) concentravam 23%.

Os demais recursos do FII BTHF11 estavam distribuídos entre caixa, com 7%, ativos reais, com 2%, e ações, com 1%.

Entre as principais posições individuais, o BTRU11 correspondia a 11,24% do patrimônio. IRIM11 e URPR11 apareciam na sequência, com participações de 10,01% e 6,26%, respectivamente.

A exposição direta ao crédito imobiliário do fundo BTHF11 abrangia 37 operações, que reuniam aproximadamente R$ 444 milhões investidos.

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BTHF11 acompanha ativos imobiliários e projetos ligados a CRIs

Além dos investimentos em títulos e outros fundos, o BTHF11 mantinha posições relacionadas ao Shopping Pátio Cianê, localizado em Sorocaba (SP), e à Torre B do EZ Tower, na capital paulista.

No EZ Tower, a participação indireta do fundo equivalia a 4% do empreendimento. O edifício apresentava ocupação de 91%, conforme as informações disponibilizadas pela gestão.

O acompanhamento das operações de crédito também incluía os CRIs Patriani, vinculados a empreendimentos imobiliários em desenvolvimento.

Entre as providências adotadas estavam a contratação de novas construtoras e o reforço da supervisão sobre o andamento das obras, buscando manter a execução dos projetos.

Segundo a administração, essas medidas fazem parte dos esforços para dar continuidade aos empreendimentos e proteger as garantias dos créditos presentes na carteira do BTHF11.