O fundo imobiliário RZAT11 encerrou setembro de 2026 com resultado de R$ 3,06 milhões, equivalente a R$ 0,72 por cota. O desempenho representou uma redução de 24,21% em relação a agosto, conforme os números apresentados no relatório gerencial.

As receitas do fundo imobiliário RZAT11 somaram R$ 3,64 milhões, incluindo R$ 1,94 milhão em aluguéis, R$ 1,12 milhão em outras receitas e R$ 558,1 mil em receitas financeiras. As despesas totalizaram R$ 587,5 mil.

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Os dividendos do RZAT11 referentes a setembro foram de R$ 0,95 por cota, distribuídos em outubro. Como o pagamento superou o resultado mensal, o fundo utilizou parte das reservas acumuladas.

Segundo a gestão, o dividend yield anualizado alcançou 14,86%, considerando os pagamentos dos últimos 12 meses, o valor patrimonial da cota e o reinvestimento dos rendimentos.

Entre janeiro e setembro, o FII RZAT11 acumulou resultado de R$ 47,87 milhões e receitas de R$ 59,98 milhões. Nesse intervalo, os rendimentos distribuídos totalizaram R$ 11,45 por cota.

Após o pagamento, a reserva disponível ficou em R$ 0,02 por cota.

Para outubro e novembro, a gestão projetava distribuições entre R$ 0,90 e R$ 1,00 mensais por cota, após três meses de pagamentos extraordinários de R$ 1,70. As estimativas dependem, entre outros fatores, do comportamento da inflação.

RZAT11 reúne imóveis avaliados em R$ 975 milhões

O portfólio do fundo RZAT11 reunia nove imóveis em setembro, dos quais oito estavam locados e um havia sido vendido, mas permanecia sob propriedade do fundo até a quitação da operação.

Os ativos, distribuídos entre segmentos comerciais, industriais e logísticos, foram adquiridos por aproximadamente R$ 375 milhões e apresentavam avaliação de mercado de R$ 975 milhões. O prazo médio remanescente dos contratos era de seis anos.

Entre os locatários estavam Aspam, Splice Indústria, Rápido Araguaia, Atacadão Dia a Dia, Rede Monte Carlo, Visolux, Comfrio Logística e Andorinha Transportes.

Uma operação relevante envolve o imóvel de Frutal (MG), vendido por R$ 150 milhões em novembro de 2025. O pagamento está previsto em cinco parcelas anuais, entre 2028 e 2032, com transferência definitiva após a quitação.

A estratégia do RZAT11 prioriza operações de sale and leaseback com opção de recompra, permitindo às empresas vender imóveis e continuar utilizando os espaços mediante contratos de locação.