O fundo imobiliário MAXR11 distribuiu R$ 0,40 por cota em setembro de 2026, valor 37,9% superior aos R$ 0,29 pagos no mês anterior. A distribuição, referente aos resultados de agosto, ocorreu no dia 15 de setembro, contemplando os investidores posicionados até o dia 8.
Considerando a cotação de R$ 50,05 no encerramento de agosto, os dividendos do MAXR11 representaram um dividend yield mensal de aproximadamente 0,80%. Entre janeiro e setembro, os pagamentos acumularam R$ 2,87 por cota.
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O relatório gerencial também apresentou resultado líquido de R$ 464.113 em agosto, comparado aos R$ 747.387 registrados em julho, representando uma queda de 37,9%. O resultado ajustado passou de R$ 0,66 para R$ 0,41 por cota.
As receitas provenientes dos imóveis alcançaram R$ 417.178, acompanhadas de R$ 47.468 em receitas financeiras. As despesas operacionais totalizaram R$ 90.576.
Nos oito primeiros meses de 2026, o fundo imobiliário MAXR11 acumulou aproximadamente R$ 3,18 milhões em resultado líquido. Sua política prevê a distribuição mínima de 95% dos resultados apurados pelo regime de caixa, conforme as regras aplicáveis.
MAXR11 acompanha incorporação e movimentações nos imóveis
Uma das principais atualizações do FII MAXR11 envolve a proposta de incorporação ao Capitânia HBC Renda Urbana FII, aprovada pelos cotistas em março de 2026.
A operação estabelece como referência R$ 67,00 por cota do MAXR11, enquanto o valor das cotas da classe incorporadora será definido na efetivação. Em agosto, a transação ainda aguardava aprovação da CVM.
Caso seja concluída, a incorporação resultará na extinção do MAXR11, com transferência de seus direitos e obrigações.
Na carteira imobiliária, o fundo apresentava ocupação de 74,19%, incluindo áreas cedidas em comodato. Os imóveis estão localizados em João Pessoa, Taguatinga, Manaus, Vitória, Belém e Brasília.
A administração continuava buscando novos locatários para os espaços disponíveis. Segundo o relatório, todos os contratos considerados no levantamento de vencimentos terminam em 2029.
Em Manaus, a loja da P Chen voltou a funcionar após a regularização de problemas cadastrais que haviam provocado sua interdição temporária. Permaneciam, entretanto, aluguéis em cobrança.
O fundo MAXR11 também acompanhava necessidades de manutenção em propriedades ocupadas pela Americanas, tendo notificado a locatária sobre reparos de sua responsabilidade.
Dessa forma, o MAXR11 mantém a gestão dos imóveis e das locações enquanto aguarda os próximos encaminhamentos regulatórios para sua incorporação.