O fundo imobiliário VGHF11 disparou 5,84% na Bolsa nesta segunda-feira (5), cotado a R$ 5,26, em uma sessão marcada por forte valorização de parte dos ativos brasileiros após o primeiro turno das eleições de 2026.

O movimento colocou o fundo entre os principais destaques positivos do IFIX no pregão. Entre as cinco maiores altas do dia, o BBIG11 liderou, com avanço de 9,33%, seguido justamente pelo fundo imobiliário VGHF11. Na sequência apareceram TEPP11, com 4,49%, ICRI11, com 4,02%, e KORE11, com 3,92%. Além da valorização, o fundo registrou volume financeiro de R$ 5,06 milhões na sessão.

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A alta ocorreu em um movimento positivo do mercado no primeiro pregão após o primeiro turno das eleições 2026. O IFIX encerrou aos 3.822,32 pontos, com avanço de 1,34%, enquanto o Ibovespa subiu 7,70%, aos 206.911,89 pontos.

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O movimento do fundo imobiliário ocorreu no primeiro pregão após o primeiro turno das eleições de 2026, que definiu a disputa entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para o segundo turno, previsto para 25 de outubro.

No mercado financeiro, o resultado das urnas provocou uma revisão das expectativas relacionadas ao cenário fiscal, acompanhada por recuo dos juros futuros, em uma sessão de forte valorização da Bolsa brasileira.

Saiba mais sobre o VGHF11

O FII VGHF11 adota uma estratégia diversificada e pode investir em diferentes classes de ativos ligados ao mercado imobiliário, incluindo CRIs, cotas de FIIs, ações imobiliárias, participações em SPEs, FIDCs e outros títulos do setor.

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Conforme o relatório gerencial de julho de 2026, o fundo encerrou o mês com 99,7% do patrimônio líquido em ativos-alvo. A carteira reunia 131 ativos diferentes e somava R$ 1,342 bilhão em investimentos, com os recursos líquidos restantes em caixa. A maior parcela estava em cotas de outros fundos imobiliários, que correspondiam a 57,9% dos ativos-alvo, enquanto os CRIs representavam 25,7%, as SPEs 14,5%, os FIDCs 1,1% e as ações 0,8%.

A gestão divide os investimentos entre as estratégias de Renda e Valor. Ao fim de julho, a carteira de Valor representava 53,4% dos ativos-alvo do fundo VGHF11 e a de Renda, os outros 46,6%.

Entre os CRIs, o segmento residencial tinha a maior participação, com 61,8% dessa parcela, e, por indexador, 41,1% estavam ligados ao IPCA com variações positivas, 28,1% ao IPCA e 30,8% ao CDI.

Na ocasião do último relatório, o fundo informava 368.246 cotistas. A gestão avaliava a carteira de crédito como saudável e informou que, com exceção dos CRIs Selina, mantidos com valor zero, os demais ativos do VGHF11 estavam adimplentes.