O fundo imobiliário XPLG11 apurou resultado base de R$ 39,2 milhões em agosto de 2026, segundo as informações mais recentes do fundo. 

No período, as receitas alcançaram R$ 49,9 milhões, enquanto as despesas somaram R$ 10,7 milhões. A receita de locação respondeu por R$ 41,9 milhões no mês. O fundo também contabilizou R$ 6,3 milhões em lucros imobiliários, R$ 1,1 milhão em rendimentos de outros FIIs e R$ 624,7 mil de LCI e renda fixa. 

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No acumulado de 2026 até agosto, o resultado base chegou a R$ 303,2 milhões, e, nos últimos 12 meses encerrados em agosto, a R$ 418,7 milhões.

Nos dividendos, o fundo declarou R$ 0,82 por cota referentes a agosto, mantendo o patamar dos meses anteriores, o que totalizou R$ 42,1 milhões. 

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Segundo a gestão, a estratégia busca uniformizar os pagamentos ao longo do semestre conforme o fluxo de caixa. Os rendimentos do XPLG11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas dentro das condições da legislação.

As novas locações que reduziram a vacância do XPLG11

Agosto trouxe mudanças relevantes para a carteira. Duas novas locações fizeram a vacância física do fundo imobiliário XPLG11 encerrar o mês em 4,1%, ante 8,8% em julho, enquanto a vacância financeira ficou em 3,9%.

Uma das movimentações envolveu os módulos B1, B2 e B3 do condomínio de Seropédica, no Rio de Janeiro, que somam cerca de 13,1 mil metros quadrados, alugados para duas empresas de logística, com contratos de 60 meses e vigência a partir de 15 de agosto. 

A outra ocorreu no CD CL Imigrantes V, em São Bernardo do Campo, onde a totalidade dos 62,5 mil metros quadrados foi ocupada pelo Mercado Livre, também por 60 meses, com contrato iniciado em 1º de agosto.

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A carteira logística do XPLG11

Após essas movimentações, o FII XPLG11 fechou agosto com 31 condomínios, 94 locatários e cerca de 1,716 milhão de metros quadrados de área construída, com São Paulo concentrando 62% da área do portfólio.

Na composição dos investimentos, 97% dos ativos estavam diretamente em imóveis, 2% em cotas de outros FIIs e 1% em aplicações financeiras. Os contratos típicos correspondiam a 56% da receita imobiliária e os atípicos a 44%, com WAULT de cinco anos.

Entre os ocupantes, o Mercado Livre concentrava 23% da receita do fundo XPLG11, seguido pela Leroy Merlin, com 9%. Por setor, o comércio varejista respondia por 57% da receita, a logística por 11% e o material de construção por 9%. 

Para as áreas ainda disponíveis, o fundo segue prospectando novos locatários com parceiros estratégicos, mantendo a reciclagem de imóveis no radar para eventuais oportunidades de extração de valor do portfólio do XPLG11.