O fundo imobiliário KFOF11 encerrou setembro de 2026 com resultado de R$ 5,872 milhões, superando os R$ 5,697 milhões apurados em agosto, conforme as informações mais recentes divulgadas pelo fundo.

A maior contribuição para o desempenho veio dos rendimentos recebidos de outros FIIs, que somaram R$ 5,190 milhões. As receitas financeiras alcançaram R$ 806,3 mil, enquanto os CRIs acrescentaram R$ 336,3 mil ao resultado.

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O fundo imobiliário KFOF11 também contabilizou R$ 31,6 mil em resultado líquido com a venda de cotas. Em contrapartida, as despesas totais do período ficaram em R$ 492,2 mil.

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Dos R$ 5,872 milhões gerados no mês, o FII KFOF11 destinou R$ 5,612 milhões aos investidores, montante equivalente a 95,6% do resultado. Os R$ 260,8 mil restantes foram mantidos em reserva.

No acumulado do segundo semestre até setembro, o fundo KFOF11 registrou resultado de R$ 17,653 milhões e distribuiu R$ 16,835 milhões aos cotistas.

Os dividendos permaneceram em R$ 0,80 por cota, com pagamento previsto para 15 de outubro de 2026. Considerando a cotação de mercado no encerramento de setembro, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de 1,03%.

Com a nova distribuição, o KFOF11 manteve o mesmo patamar de dividendos observado durante todo o ano. Entre janeiro e setembro de 2026, o fundo anunciou R$ 0,80 por cota em todos os meses.

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KFOF11 aumentou exposição a escritórios, CRIs e shopping centers

Além dos números financeiros, o KFOF11 realizou novas alocações em cinco segmentos durante setembro de 2026. As compras em escritórios, CRIs, shopping centers, fundos híbridos e multiestratégia representaram, juntas, 3,02% do patrimônio.

A maior movimentação ocorreu no segmento de escritórios, que recebeu recursos equivalentes a 1,78% do patrimônio. O fundo imobiliário KFOF11 também direcionou 0,57% para fundos de CRI, 0,42% para shopping centers, 0,16% para híbridos e 0,08% para a categoria multiestratégia.

Nas alocações em escritórios e fundos híbridos, a estratégia esteve concentrada em ativos negociados com descontos considerados relevantes pela gestão em relação aos respectivos valores justos.

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No segmento de crédito, o FII KFOF11 buscou fundos com taxas internas de retorno projetadas consideradas atrativas, combinando geração de renda com possibilidade de ganho de capital. Em paralelo às novas compras, algumas posições em shopping centers foram reduzidas.

Ao final de setembro, 83,6% dos ativos do fundo KFOF11 estavam investidos em cotas de outros FIIs. Na divisão por estratégia, 53,0% do patrimônio integravam a parcela imobiliária, direcionada a ativos com horizonte de longo prazo, enquanto 34,4% estavam na estratégia tática. Os 12,6% restantes permaneciam em caixa.

Os fundos de CRI representavam a maior exposição por categoria, com 24,3% do patrimônio. Logística aparecia na sequência, com 17,3%, seguida por escritórios, com 13,0%, e shopping centers e varejo, com 11,5%. A carteira ainda possuía posições em multiestratégia, renda urbana, híbridos e outros segmentos.

Para as próximas alocações, o KFOF11 pretende utilizar de forma seletiva os recursos mantidos em caixa e LCI, priorizando ativos cujas taxas internas de retorno sejam consideradas atrativas diante do cenário macroeconômico.