O fundo imobiliário GGRC11 estima um lucro de aproximadamente R$ 75 milhões, cerca de R$ 0,22 por cota, com a venda de dez imóveis do portfólio. 

A operação foi negociada por R$ 530 milhões com o Suno Imóveis Fundo de Investimento Imobiliário Responsabilidade Limitada (SNIM).

O maior desconto desta Black Friday não está em nenhuma vitrine. Está no tempo que você pode ganhar até parar de trabalhar. Na live Suno Friday, mostramos como é possível chegar à independência financeira em idades completamente diferentes. Garanta sua vaga gratuita.

O valor acertado representa um prêmio de cerca de 14,18% ante os últimos laudos de avaliação dos imóveis envolvidos. 

Além do ganho projetado, a operação apresenta uma taxa interna de retorno (TIR) estimada em 12,57% ao ano.

Os cálculos consideram o preço de venda e o valor contábil dos ativos, além das 345.353.918 cotas emitidas e em circulação na data do fato relevante, divulgado em 30 de outubro de 2026. O número já contempla os efeitos das recompras e cancelamentos realizados até aquela data.

A gestão ressalta que os indicadores são estimativas sujeitas a alterações e não representam garantia de rentabilidade nem promessa de distribuição de resultados aos investidores. 

O compromisso de compra e venda já foi assinado, mas a conclusão do negócio ainda depende do atendimento às condições precedentes do contrato, com expectativa de fechamento até 6 de novembro de 2026.

Como o GGRC11 receberá os R$ 530 milhões

O pagamento foi dividido em três componentes. A primeira parcela corresponde ao sinal de R$ 10,6 milhões, equivalente a 2% do preço total, já pago na data de assinatura do compromisso.

A maior fatia será recebida no fechamento da operação. A chamada Parcela A soma R$ 371 milhões, o equivalente a 70% do valor negociado. 

Os 28% restantes, ou R$ 148,4 milhões, formam a Parcela B, que será paga em 14 prestações mensais, iguais e consecutivas, de R$ 10,6 milhões cada, sem atualização monetária. 

A primeira vence 30 dias após a assinatura do compromisso, e as demais no mesmo dia dos meses seguintes.

Quais imóveis o GGRC11 vai vender

O pacote negociado pelo FII GGRC11 reúne propriedades em diferentes estados. Fazem parte da transação:

  • Ambev Pelotas, em Pelotas (RS);
  • Benteler, em Igarassu (PE);
  • CD Cotia, em Cotia (SP);
  • Eagleburgmann, em Campinas (SP);
  • Martin Brower, em Curitiba (PR);
  • Todimo, em Cuiabá (MT);
  • CD Contagem, em Contagem (MG);
  • Green House, em Indaiatuba (SP);
  • Ambev Itajaí, em Itajaí (SC);
  • Ambev Guarulhos, na divisa entre Guarulhos e Itaquaquecetuba (SP).

O lucro efetivamente apurado com a negociação entrará no cálculo dos resultados distribuíveis aos cotistas, respeitados o recebimento dos valores, a Lei nº 8.668/1993, a regulamentação aplicável e a política de rendimentos do fundo GGRC11. 

Os recursos também poderão financiar a aquisição ou subscrição de cotas de outros fundos imobiliários, inclusive veículos que detenham, direta ou indiretamente, os imóveis da transação.

Entre as demais possibilidades estão a amortização de obrigações ligadas a CRIs, a compra de novos ativos imobiliários, o cumprimento de compromissos financeiros e a realização de investimentos permitidos pela política do fundo. 

A destinação dependerá da avaliação da gestora sobre as oportunidades, as condições de mercado e as necessidades de liquidez.

Segundo a gestão, a operação integra a estratégia de gestão ativa do GGRC11, com foco na realização de ganhos de capital, na reciclagem do portfólio e na reorganização da exposição imobiliária.