O GGRC11, fundo imobiliário com atuação nos segmentos logístico, fechou o pregão em alta de 1,58%, com a cota negociada a R$ 8,35.

O fundo movimentou aproximadamente R$ 9,79 milhões no mercado secundário. Durante a sessão, o menor preço registrado foi de R$ 8,19.

Com a valorização, o GGRC11 encerrou o pregão acima da mínima diária, registrando avanço de 1,58%.

GGRC11 registra resultado de R$ 33,2 mi e avança na venda de imóveis

O GGRC11 gerou resultado de R$ 33,25 milhões em setembro de 2026. No período, o fundo distribuiu R$ 0,10 por cota aos investidores, valor que corresponde a um dividend yield mensal de 1,11%, considerando o preço de fechamento de R$ 8,99 no último dia útil do mês.

Em termos anualizados, o rendimento equivale a aproximadamente 13,35%. O fundo também encerrou setembro com uma base de 423.361 cotistas, após registrar a entrada líquida de mais de 12 mil investidores ao longo do mês.

Com esse número, o GGRC11 reúne aproximadamente um em cada oito investidores de fundos imobiliários na B3, segundo dados apresentados pela gestão. A movimentação no mercado secundário também permaneceu elevada: foram negociadas quase 29,7 milhões de cotas, em um volume financeiro de R$ 267,33 milhões.

Outro destaque do período foi a continuidade do programa de recompra de cotas. Em setembro, o fundo adquiriu 317.018 cotas a um preço médio de R$ 9,03, desembolsando aproximadamente R$ 2,86 milhões. A iniciativa busca aproveitar oportunidades de negociação no mercado secundário.

A gestão também avançou na estratégia de reciclagem de ativos, com a expectativa de concluir a venda de um portfólio de dez imóveis por R$ 530 milhões. A operação, anunciada em julho, envolve propriedades logísticas, industriais e híbridas e tem como objetivo gerar ganhos de capital, reorganizar a carteira e ampliar a capacidade de reinvestimento do fundo.

Venda de dez imóveis por R$ 530 milhões avança

A alienação do portfólio de dez imóveis foi um dos principais movimentos estratégicos acompanhados pelos investidores durante setembro. A operação, anunciada em julho de 2026, estava em fase avançada de estruturação ao fim do mês, com expectativa de conclusão em outubro, condicionada ao cumprimento das exigências contratuais.

Segundo a gestão, a venda está alinhada à estratégia de reciclagem de ativos, que busca realizar ganhos de capital e otimizar a composição patrimonial do fundo. Os recursos também poderão ampliar a capacidade de investimento em novas oportunidades.

A operação faz parte de um processo mais amplo de gestão ativa do portfólio, que inclui a venda de ativos e a reorganização das posições do fundo. Ao longo de setembro, o GGRC11 também recebeu parcelas referentes à alienação de dois imóveis: R$ 2 milhões pela venda do CD Campinas e aproximadamente R$ 1,31 milhão pelo ativo Covolan.