O fundo imobiliário BTHF11 comunicou aos cotistas a distribuição de R$ 0,101 por cota em dividendos, cujo valor é referente ao resultado de janeiro de 2026.

Os dividendos do BTHF11 terão como data-base o dia 6 de fevereiro e o pagamento está previsto para 13 de fevereiro de 2026. 

O provento é isento de imposto de renda para pessoas físicas. Com base na cotação de fechamento de janeiro, de R$ 9,79, o valor distribuído corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,03%. 

Trata-se do segundo maior rendimento já anunciado pelo fundo, ficando abaixo apenas do pagamento registrado em janeiro, quando a distribuição havia alcançado R$ 0,10599 por cota.

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Estruturado como um fundo imobiliário destinado ao público em geral e negociado em bolsa, o BTHF11 opera com um mandato flexível, que permite transitar entre ativos imobiliários de renda fixa e renda variável. 

A proposta do fundo imobiliário BTHF11 é construir uma carteira diversificada, com previsibilidade de renda, ao mesmo tempo em que busca preservar o patrimônio dos cotistas em cenários de maior volatilidade e capturar oportunidades de mercado para destravar valor em momentos favoráveis do ciclo.

Carteira atual do fundo imobiliário BTHF11

Ao fim do período, a composição da carteira tinha os FIIs de tijolo contando com 39,2% do patrimônio líquido, enquanto FIIs de papel representavam 22,5% e CRIs, 15,9%. O fundo mantinha ainda 14,4% em caixa, 5,9% alocados em ativos reais e 2,1% em ações.

Observando apenas as posições em CRIs e FIIs, o portfólio apresentava maior exposição ao segmento de papel, com 29,0%, seguido por outros setores, que somavam 26,8%. 

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A carteira do FII BTHF11 também incluía participações em hotelaria (12,0%), logística (11,7%), shoppings (8,4%), residencial (6,4%) e corporativo (5,6%).

O mês de dezembro foi caracterizado por um volume maior de movimentações, impulsionado por eventos corporativos relevantes. 

O fundo participou ativamente das amortizações de caixa dos FIIs IRDM11, VTLT11 e SARE11, operações que resultaram em ganho de capital de R$ 5,5 milhões. Parte desses recursos foi direcionada a novas alocações, com R$ 50 milhões reinvestidos em ações em um momento específico de mercado. 

Outro movimento de destaque do BTHF11 foi o desinvestimento do ativo Ez Tower, que gerou ganho de capital de R$ 46 milhões, apontado pela gestão como um dos principais eventos do período.