Os fundos imobiliários XPLG11, ALZR11, RBVA11 e AZPL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (23). Na quinta-feira (22), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.973,66 pontos, com queda de 0,04%, equivalente a uma perda de 1,67 ponto em relação ao fechamento anterior.
Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o MXRF11 registrou alta de 0,42%, cotado a R$ 9,46, com volume de 2,18 milhões de cotas negociadas. O GGRC11 caiu 0,33%, a R$ 9,19, com 1,61 milhão de cotas negociadas. Já o BTHF11 avançou 1,46%, a R$ 8,98, com 940,13 mil cotas negociadas. O CPTS11 recuou 0,77%, a R$ 7,72, com 885,92 mil cotas, enquanto o GARE11 caiu 0,23%, a R$ 8,72, com 763,55 mil cotas negociadas.
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IFIX fecha em queda de 0,04%, aos 3.973,66 pontos; LIFE11 lidera altas
Por dentro do XPLG11: conheça um dos maiores FIIs de logística do Brasil
Fundo imobiliário ALZR11 inicia oferta e pode captar até R$ 530,5 milhões
RBVA11 recebe R$ 1,49 mi após saída do Santander e avança na reocupação de imóveis
Fundo imobiliário de galpões também investe em CRIs? Conheça o AZPL11
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
Por dentro do XPLG11: conheça um dos maiores FIIs de logística do Brasil
O XPLG11 faz parte do grupo dos grandes FIIs de logística da B3, ao lado de HGLG11 e BTLG11, com patrimônio líquido de R$ 5,4 bilhões. A carteira reúne galpões industriais e logísticos espalhados por diferentes estados. Segundo a Status Invest, o fundo imobiliário XPLG11 tem 347.304 cotistas e liquidez média diária de R$ 8,7 milhões.
Negociadas a R$ 101,41, as cotas aparecem com desconto diante do valor patrimonial de R$ 105,03, o que resulta em P/VP de 0,96. O dividend yield acumulado em 12 meses é de 9,84%, e o último rendimento informado foi de R$ 0,82 por cota. O FII XPLG11 adota gestão ativa e concentra os investimentos em propriedades voltadas a operações logísticas e industriais.
Conforme o relatório gerencial de setembro, 97% dos ativos estavam alocados em imóveis, 2% em cotas de outros FIIs e 1% em aplicações financeiras. A carteira reunia 31 condomínios logísticos, cerca de 1,72 milhão de metros quadrados de área construída e 96 locatários.
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FII ALZR11 inicia oferta e pode captar até R$ 530,5 milhões
O fundo imobiliário ALZR11 iniciou sua 9ª emissão de cotas com previsão de captar inicialmente R$ 424,4 milhões, montante que pode chegar a R$ 530,5 milhões caso o fundo exerça integralmente o lote adicional. A operação prevê a emissão inicial de 40 milhões de novas cotas, ao preço de R$ 10,61 por unidade, e busca ampliar a capacidade financeira do Alianza Trust Renda Imobiliária para investir em ativos alinhados à sua estratégia.
Com a inclusão da taxa de distribuição primária de R$ 0,10 por cota, o preço de subscrição será de R$ 10,71. O valor adicional equivale a cerca de 0,97% do preço de emissão e será cobrado dos investidores que participarem da oferta.
A operação foi aprovada pelos cotistas em consulta formal encerrada em 17 de outubro e formalizada pelo administrador em 21 de outubro. A distribuição será conduzida pela XP Investimentos, na condição de coordenadora líder, sob o regime de melhores esforços de colocação. Caso a demanda permita, o fundo poderá emitir mais 10 milhões de cotas, correspondentes a R$ 106,1 milhões adicionais, sem considerar a taxa de distribuição.
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RBVA11 recebe R$ 1,49 mi após saída do Santander e avança na reocupação de imóveis
O RBVA11 formalizou a rescisão do contrato de locação com o Santander e prevê receber R$ 1,49 milhão pela devolução do imóvel, sendo R$ 1,2 milhão para recomposição do espaço e R$ 291 mil de multa contratual. A movimentação faz parte de um processo de reorganização do portfólio do FII, que busca comercializar áreas vagas e recuperar o potencial de geração de receita dos ativos. Em setembro, o fundo registrou resultado de R$ 13,85 milhões.
Localizado na Rua Floriano Peixoto, o imóvel foi devolvido ao fundo em 15 de setembro. Com a saída do banco, a gestão iniciou o processo de comercialização do espaço, mas ainda não concluiu um novo contrato. A velocidade para encontrar outro ocupante será relevante para avaliar a recuperação da receita de locação associada ao ativo.
A vacância física do RBVA11 subiu de 8,3% em agosto para 9,7% em setembro, segundo o relatório gerencial. O fundo encerrou o mês com 74 imóveis e aproximadamente 299,8 mil metros quadrados de área bruta locável. O aumento dos espaços desocupados amplia o desafio comercial da gestão, especialmente em um cenário no qual parte das receitas depende da retomada das locações.
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Fundo imobiliário de galpões também investe em CRIs? Conheça o AZPL11
O fundo imobiliário AZPL11 combina investimentos em imóveis logísticos com operações de crédito imobiliário. Enquanto mantém seus galpões integralmente ocupados, o fundo também destina parte relevante do patrimônio a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), buscando diversificar as fontes de rendimento da carteira.
O portfólio imobiliário soma 45.561 metros quadrados de área bruta locável (ABL), distribuídos entre empreendimentos em Cajamar e Jandira, na região metropolitana de São Paulo. Segundo os dados apresentados pela gestão, os dois ativos estão com 100% de ocupação.
Outro destaque é o perfil dos inquilinos: cerca de 80% da ABL total do fundo está vinculada a locatários classificados como AAA. A localização dos imóveis também é um ponto relevante, já que todo o portfólio de galpões está situado em um raio de 40 quilômetros da capital paulista. Além da receita proveniente dos aluguéis, o AZPL11 mantém uma carteira de crédito imobiliário formada por alocações diretas e indiretas.
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