O preço da soja avançou nas oito praças acompanhadas pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), com destaque para Rondonópolis, onde a saca chegou a R$ 140,20, e Sorriso, que registrou R$ 134,40. A valorização do grão reforça a relevância econômica das regiões agrícolas de Mato Grosso, onde o SNFZ11 mantém suas propriedades rurais.

No levantamento referente a 4 de novembro, Rondonópolis apresentou valorização diária de 0,39%, enquanto Sorriso avançou 0,34%. As demais praças também registraram variações positivas, demonstrando um movimento disseminado de recuperação das cotações no estado.

Em Alto Araguaia, a saca foi negociada a R$ 139,60, com alta de 0,40%. Campo Verde alcançou R$ 138,60, também com valorização de 0,40%, enquanto Primavera do Leste chegou a R$ 138,55, com avanço da mesma magnitude.

Lucas do Rio Verde registrou R$ 133,80 por saca, alta de 0,34%, e Diamantino chegou a R$ 136,00, com avanço de 0,18%. Já Canarana apresentou cotação de R$ 130,75, com valorização diária de 0,23%.

O movimento reforça a importância da soja para a economia mato-grossense e para a atividade das propriedades agrícolas do estado.

O SNFZ11 possui seis fazendas em Mato Grosso, com exposição direta ao mercado de terras produtivas e ao agronegócio regional.

SNFZ11 chega em 17 mil cotistas e amplia presença no agro

O SNFZ11, Fiagro da Suno Asset, alcançou a marca de 17 mil cotistas, ampliando sua base de investidores em um movimento acompanhado pela expansão de seu portfólio no Mato Grosso.

Em agosto de 2025, o fundo reunia 4.196 investidores. A marca atual representa um crescimento de aproximadamente 305% em pouco mais de um ano, com a base de cotistas mais do que quadruplicando no período.

O avanço ocorre após uma sequência de iniciativas voltadas ao crescimento do fundo. Em julho de 2026, o SNFZ11 concluiu a aquisição de três propriedades rurais — Panteão, Berrante e Guaraipós — ampliando para seis o número de fazendas em carteira.

Os imóveis estão localizados em Mato Grosso e integram a estratégia de exposição direta à terra agrícola.

Estratégia do portfólio

A expansão do portfólio também contou com uma terceira emissão de cotas, que movimentou R$ 51,8 milhões. Os recursos foram destinados à aquisição das três propriedades, fortalecendo a presença do fundo no mercado de terras e ampliando sua exposição ao setor agropecuário.

A estratégia do SNFZ11 combina receitas provenientes do arrendamento das fazendas com investimentos em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs). A estrutura busca reunir geração de renda recorrente e potencial de valorização patrimonial dos imóveis rurais no longo prazo.