O SNAG11 registrou valorização de 1,05% na sessão desta sexta-feira, encerrando o pregão cotado a R$ 9,58.

O fundo figurou entre os ativos da Suno Asset com melhor desempenho no dia.

Ao longo do pregão, o FII movimentou R$ 1,76 milhão em negociações. O resultado colocou o SNAG11 entre os destaques positivos.

SNAG11 gera R$ 11,5 milhões em julho; Fiagro se aproxima de 140 mil cotistas

O fiagro SNAG11 manteve em julho a distribuição de R$ 0,12 por cota, em linha com a geração de resultados da carteira no período. O resultado mensal somou R$ 0,129 por cota, montante suficiente para sustentar o pagamento aos investidores e, ao mesmo tempo, reforçar a reserva de resultados do fundo.

No total, foram distribuídos R$ 10,73 milhões aos cotistas. A diferença entre o resultado apurado e o valor efetivamente distribuído permitiu acrescentar R$ 0,80 milhão à reserva, que encerrou o mês em R$ 0,103 por cota, ampliando a folga para pagamentos futuros.

A receita distribuível alcançou R$ 12,50 milhões em julho. Após despesas de R$ 0,96 milhão, majoritariamente ligadas a taxas e custos operacionais, o resultado final do período foi de R$ 11,54 milhões, o que garantiu a manutenção do nível de proventos.

SNAG11 mantém distribuição e reservas confortáveis

O desempenho mensal ocorreu com a carteira de crédito apresentando inadimplência zerada. A remuneração média dos ativos permaneceu em CDI + 2,66%, enquanto o Yield All In alcançou 17,18%, refletindo o perfil de risco e retorno dos instrumentos alocados.

A continuidade da política de distribuição foi sustentada por resultados recorrentes e pela eficiência na gestão de despesas. A combinação entre geração de caixa, ausência de inadimplência e reservas reforçadas criou um ambiente favorável para a manutenção do patamar atual de proventos.

Base de investidores cresce e caixa recua

O patrimônio líquido atingiu R$ 911,45 milhões ao final de julho. O fundo terminou o mês com R$ 60,37 milhões em caixa, o equivalente a 6,62% do patrimônio líquido, indicando redução gradual da posição de liquidez frente às oportunidades mapeadas.

Segundo a gestão, os recursos provenientes da emissão mais recente vêm sendo alocados de forma gradual em novas operações. A estratégia prioriza ativos que passaram a oferecer condições mais atrativas após a abertura da curva de juros, buscando capturar prêmios ajustados ao risco.