O fundo imobiliário XPLG11 realizará uma nova distribuição de dividendos em novembro de 2026, no valor de R$ 0,82 por cota. O pagamento está previsto para o dia 16 e corresponde aos rendimentos referentes a outubro.
Terão direito aos dividendos do XPLG11 os investidores que mantinham cotas até o encerramento do pregão de 30 de outubro. Aquisições posteriores à data-base não serão consideradas nessa distribuição.
Quer aprender a investir com foco em dividendos? A Suno liberou gratuitamente o curso Viva de Dividendos, com 7 módulos para você conhecer estratégias de geração de renda e construção de patrimônio. Clique e aproveite para garantir seu acesso grátis.
Com a cotação de R$ 91,19 utilizada como referência no fechamento de outubro, o pagamento representa um dividend yield mensal aproximado de 0,89%.
Uma posição de 100 cotas dará direito a R$ 82,00, enquanto investidores com 500 cotas receberão R$ 410,00. Os valores serão creditados automaticamente pelas corretoras, sem necessidade de solicitação.
Para pessoas físicas que cumpram os requisitos legais, os rendimentos do XPLG11 são isentos de Imposto de Renda.
XPLG11 amplia ocupação e mantém presença em seis estados
Segundo o relatório gerencial de setembro, o fundo imobiliário XPLG11 possuía 31 condomínios logísticos, distribuídos por seis estados, com aproximadamente 1,71 milhão de m² de área construída.
São Paulo concentrava 62% dessa estrutura, seguido por Minas Gerais, com 12,5%, Rio Grande do Sul, com 8,4%, e Rio de Janeiro, com 7,8%.
Os imóveis representavam 97% dos ativos do fundo. Outros FIIs respondiam por 2%, enquanto aplicações financeiras correspondiam a 1%.
A carteira reunia 96 locatários, incluindo o Mercado Livre, responsável por 22% da receita imobiliária. A vacância física estava em 3,8%, enquanto a financeira alcançava 3,7%.
Entre as movimentações comerciais, o empreendimento HGLG WL, em Duque de Caxias (RJ), recebeu duas novas empresas. Os contratos abrangem 3.353 m² de área bruta locável, considerando a participação proporcional do FII XPLG11.
Na composição contratual, 57% da receita imobiliária vinha de contratos típicos e 43% de atípicos. O prazo médio ponderado dos acordos era de 4,9 anos, com 67% dos vencimentos previstos para 2029 ou posteriormente.
O IPCA era utilizado no reajuste de 91% dos contratos, enquanto os demais 9% estavam vinculados ao IGP-M.
A administração também acompanhava oportunidades de locação dos espaços disponíveis e possíveis operações de reciclagem do portfólio.
Com essas características, o XPLG11 mantém uma carteira diversificada de empreendimentos logísticos, com presença nacional, ampla base de inquilinos e contratos de diferentes prazos.