O plantio da soja para a safra 2026/27 alcançou 89,05% da área prevista em Mato Grosso até 30 de outubro, avanço semanal de 13,24 pontos percentuais, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O ritmo acelerado da semeadura destaca a atividade agrícola no estado, onde estão localizadas as seis fazendas que compõem o portfólio do SNFZ11.

O avanço coloca os trabalhos próximos da conclusão e mantém o calendário da safra em posição favorável para a implantação das culturas de segunda safra, especialmente milho e algodão. A evolução do plantio é um indicador importante para acompanhar o desenvolvimento da produção agrícola mato-grossense.

Na região do Médio-Norte, o percentual de área semeada chegou a 99,71%, praticamente concluindo os trabalhos. O Oeste também apresentava avanço expressivo, com 93,90% da área plantada, seguido pelo Norte, com 93,87%.

O desempenho regional reforça a relevância das principais áreas produtoras de Mato Grosso para a produção nacional de grãos. O estado concentra uma parcela expressiva da agricultura brasileira e mantém papel estratégico no abastecimento interno e no mercado internacional.

O SNFZ11 possui exposição direta a esse ambiente por meio de propriedades rurais localizadas em Mato Grosso. O fundo reúne seis fazendas, com aproximadamente 3,1 mil hectares úteis, incluindo áreas irrigadas, arrendadas à Jequitibá Agro.

SNFZ11 chega em 17 mil cotistas e amplia presença no agro

O SNFZ11 alcançou a marca de 17 mil cotistas, ampliando sua base de investidores em um movimento acompanhado pela expansão de seu portfólio no Mato Grosso.

Em agosto de 2025, o fundo reunia 4.196 investidores. A marca atual representa um crescimento de aproximadamente 305% em pouco mais de um ano, com a base de cotistas mais do que quadruplicando no período.

O avanço ocorre após uma sequência de iniciativas voltadas ao crescimento do fundo. Em julho de 2026, o SNFZ11 concluiu a aquisição de três propriedades rurais — Panteão, Berrante e Guaraipós — ampliando para seis o número de fazendas em carteira.

Estratégia do portfólio

A expansão do portfólio também contou com uma terceira emissão de cotas, que movimentou R$ 51,8 milhões. Os recursos foram destinados à aquisição das três propriedades, fortalecendo a presença do fundo no mercado de terras e ampliando sua exposição ao setor agropecuário.

A estratégia do fiagro combina receitas provenientes do arrendamento das fazendas com investimentos em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs). A estrutura busca reunir geração de renda recorrente e potencial de valorização patrimonial dos imóveis rurais no longo prazo.