O fundo imobiliário GGRC11 confirmou uma nova distribuição de R$ 0,10 por cota, com pagamento marcado para 10 de novembro de 2026. O anúncio foi realizado na terça-feira (3) e corresponde aos rendimentos referentes ao mês de outubro.
O valor representa um dividend yield mensal de aproximadamente 1,18%, calculado sobre a cotação de R$ 8,48 registrada no fechamento de outubro.
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Para participar da distribuição, os investidores precisavam possuir cotas do fundo imobiliário GGRC11 ao término do pregão de 3 de novembro. As aquisições realizadas a partir de 4 de novembro não dão direito ao pagamento anunciado.
Os rendimentos do GGRC11 automaticamente aos cotistas que atenderam ao critério da data de corte, sem necessidade de solicitação.
Para pessoas físicas, os dividendos de fundos imobiliários podem ser isentos de Imposto de Renda, desde que sejam observadas as condições previstas na legislação.
GGRC11 mantém vacância abaixo de 0,4% em carteira com 42 imóveis
As informações operacionais mais recentes do GGRC11, referentes a setembro de 2026, mostram um portfólio de 42 propriedades, com 49 locatários e área bruta locável superior a 1 milhão de metros quadrados.
A taxa de vacância estava em 0,37%, enquanto o prazo médio ponderado de vencimento dos contratos, medido pelo WAULT, alcançava 4,47 anos.
Os contratos atípicos representavam 79,92% da estrutura de locação, característica relevante para o perfil contratual do fundo.
Na distribuição por segmentos, os ativos logísticos respondiam por 79,09% da carteira. Os imóveis híbridos tinham participação de 11,43%, enquanto as propriedades industriais correspondiam a 9,48%.
Além dos ativos imobiliários, o FII GGRC11 possuía aproximadamente R$ 560 milhões investidos em cotas de outros fundos imobiliários considerados estratégicos pela gestão. Ao final de setembro, essas aplicações representavam cerca de 13% dos ativos totais.
Venda de R$ 530 milhões e aquisição de imóveis estão entre as movimentações
Entre as transações acompanhadas pela administração está a venda de dez propriedades por R$ 530 milhões, anunciada inicialmente em julho de 2026.
O conjunto negociado inclui imóveis logísticos, industriais e híbridos. A conclusão estava prevista para outubro, condicionada ao cumprimento das exigências estabelecidas no contrato. O relatório não confirmava a efetivação definitiva da alienação.
Outra atualização envolve quatro imóveis anteriormente pertencentes ao RELG11. Após a conclusão dos ajustes financeiros e a definição da última complementação contratual, o valor econômico da aquisição foi estabelecido em aproximadamente R$ 147 milhões.
Na frente de desenvolvimento imobiliário, o CD Raposo Sanca apresentou avanços em setembro. As obras de contenção atingiram 94% de execução, enquanto os serviços de terraplenagem chegaram a 82%.
O relatório também trouxe informações sobre o imóvel pertencente ao Triple A FII e utilizado pelo Grupo Casas Bahia. Na data de referência, aproximadamente 58% da área estava sublocada, incluindo espaços ocupados por Assaí, Ziran Logística e Adonai Supermercados.
Apesar do pedido de recuperação judicial do Grupo Casas Bahia, a gestão informou que os aluguéis vencidos após o protocolo do pedido estavam pagos até a data considerada no documento.
Com essas atualizações, o GGRC11 segue acompanhando suas operações de compra e venda de imóveis, a execução de projetos em desenvolvimento e a situação contratual dos locatários de sua carteira.