O fundo imobiliário BRCO11 registrou valorização de 1,71% no pregão de sexta-feira, encerrando cotado a R$ 105,38.

O fundo esteve entre os principais destaques positivos da sessão no mercado de FIIs.

O volume financeiro movimentado pelo ativo alcançou R$ 6,32 milhões, um dos maiores entre os fundos apresentados no levantamento.

BRCO11 já anunciou novos dividendos para novembro; descubra quanto

O fundo imobiliário BRCO11 confirmou uma nova distribuição de rendimentos aos investidores, no valor de R$ 0,91 por cota. O pagamento está programado para 16 de novembro de 2026 e corresponde à competência de outubro.

A remuneração anunciada representa um dividend yield mensal aproximado de 0,87%, considerando a cotação de referência de R$ 105,00 por cota.

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Para receber os dividendos do BRCO11, era necessário possuir cotas até o encerramento do pregão de 30 de outubro. Investidores que adquiriram os papéis posteriormente não terão direito aos valores dessa distribuição.

O montante será proporcional à posição registrada na data-base. Quem possuía 100 cotas, por exemplo, receberá R$ 91,00, com crédito realizado automaticamente aos investidores elegíveis.

Para pessoas físicas que atendam às condições previstas na legislação, os rendimentos são isentos de Imposto de Renda.

BRCO11 mantém carteira logística com vacância de 1,6%

Conforme as informações de setembro de 2026, o fundo imobiliário BRCO11 reunia 14 propriedades logísticas, com aproximadamente 591 mil m² de área bruta locável e vacância física de 1,6%.

A carteira apresentava concentração em imóveis próximos aos grandes centros consumidores. Cerca de 71% da receita contratada era proveniente de empreendimentos classificados como last mile, enquanto 23% da ABL estava situada a até 25 quilômetros da cidade de São Paulo.

Na distribuição geográfica, São Paulo respondia por 51% da área total, seguido por Minas Gerais, com 14%, e Bahia, com 12%. O portfólio também apresentava potencial de expansão de até 15% da ABL.

Entre os locatários estavam empresas como Natura, Whirlpool, Mercado Livre, Magazine Luiza e GPA.

Os contratos possuíam prazo médio remanescente de 4,4 anos, sendo 35% classificados como atípicos. O IPCA era utilizado como índice de reajuste em 99% dos instrumentos, enquanto 76% da receita contratada estava associada a locatários com grau de investimento.