O fundo imobiliário MAXR11 anunciou dividendos de R$ 0,50 por cota para outubro de 2026, alcançando o maior valor distribuído nos últimos oito meses. O pagamento está programado para 15 de outubro e corresponde aos resultados apurados em agosto.
A nova remuneração representa um dividend yield mensal estimado em 1,00%, considerando o preço de R$ 50,05 por cota registrado no encerramento de agosto.
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Para participar da distribuição de dividendos do MAXR11, os investidores precisavam manter cotas até o fechamento das negociações de 7 de outubro de 2026.
Aqueles que adquiriram participação depois dessa data não terão direito aos rendimentos anunciados.
O crédito será efetuado automaticamente aos cotistas elegíveis, sem necessidade de solicitação. Para pessoas físicas que cumpram os requisitos previstos na legislação, os dividendos do FII MAXR11 são isentos de Imposto de Renda.
Com o pagamento de R$ 0,50 por cota, o fundo MAXR11 registra sua maior distribuição em oito meses, conforme o histórico informado.
MAXR11 aguarda aval da CVM para concluir incorporação
O processo de incorporação do MAXR11 ao Capitânia HBC Renda Urbana FII permanecia pendente de autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de acordo com o relatório gerencial referente a julho de 2026.
A operação havia recebido aprovação dos investidores por meio de consulta formal divulgada em março. A proposta estabelece que a conversão das cotas considere o valor de R$ 67,00 por unidade, juntamente com o valor patrimonial da classe incorporadora na data de efetivação.
Após a conclusão do procedimento, o fundo imobiliário MAXR11 deixará de existir como veículo independente, com seus direitos e obrigações transferidos à estrutura incorporadora.
Enquanto a autorização regulatória não é concedida, a administração continua acompanhando a situação dos imóveis e buscando alternativas para ampliar a ocupação dos espaços disponíveis.
Na posição de julho, a taxa de ocupação do portfólio estava em 74,19%, percentual que inclui áreas disponibilizadas em regime de comodato. Os contratos de locação existentes, desconsideradas essas áreas, possuem vencimento previsto para 2029.
Administração acompanha pendências com locatários
Entre as medidas operacionais divulgadas, o FII MAXR11 informou ter notificado a Americanas sobre problemas de manutenção identificados em propriedades utilizadas pela empresa.
A gestão também avalia intervenções para conservar os empreendimentos e manter suas condições de comercialização.
Em Manaus, houve uma atualização envolvendo a locatária P Chen. Após regularizar sua situação cadastral, a empresa conseguiu reabrir o estabelecimento que havia sido interditado em abril de 2026.
Apesar da retomada das atividades, permaneciam valores de aluguel em aberto, cuja cobrança continua sendo conduzida pela administração do fundo MAXR11.
O portfólio imobiliário está distribuído por Belém, Brasília, Manaus, Taguatinga, Vitória e João Pessoa, reunindo propriedades destinadas a atividades comerciais.
Até a conclusão da incorporação, o fundo imobiliário MAXR11 mantém como prioridades a conservação dos ativos, a regularização das pendências locatícias e a busca por novos ocupantes para as áreas vagas.


